banner koha

Maintenance of ‘Luiza’ apple fruit quality as affected by postharvest practices

Argenta, Luiz Carlos Anese, Rogerio de Oliveira Thewes, Fabio Rodrigo Wood, Rachael Maree Nesi, Cristiano Nunes Neuwald, Daniel Alexandre

Maintenance of ‘Luiza’ apple fruit quality as affected by postharvest practices

Publicação online; 36 ref.; 5 illus.; 8 tables; Summaries (En, Pt)



Abstract - This study was carried out to examine the response of ‘Luiza’ apple to different storage atmospheres, durations, and chemical inhibition of ethylene action by 1-MCP. Analysis of fruit quality and physiological disorder incidence were performed every two months during eight months of storage for Exp. 1 and 2, and after eight months for Exp. 3. Both CA storage and 1-MCP treatment reduced fruit ethylene production and respiration and prevented the rapid fruit softening, flesh browning incidence and fungal decay of ‘Luiza’ apple. The combination of 1-MCP treatment before storage in CA provided an additional benefit in firmness retention after simulated marketing conditions at 22oC. Based on the time to reach a firmness of 53 N, the storage life of ‘Luiza’ apple is less than four months in airstorage and more than six months under CA-storage. ‘Luiza’ fruit did not develop symptoms of CO2 injury when stored under high CO2 partial pressures (up to 4.5 kPa). However, we observed increased flesh browning and fungal decay incidence for CA-stored fruit between six and eight months of storage. Therefore, the storage potential of ‘Luiza’ apple fruit may be limited to six months under CA-storage (1.5 kPa O2 and 2.5 kPa CO2).



Index terms:. Malus × domestica Borkh., flesh firmness, decay, storability, flesh browning

Resumo- Este estudo foi realizado para examinar a resposta da maçã ‘Luiza’ a diferentes atmosferas e tempos de armazenamento, e a inibição química da ação do etileno pelo 1-MCP. As análises da qualidade dos frutos e da incidência de distúrbios fisiológicos foram realizadas a cada dois meses, durante oito meses de armazenamento para Exp. 1 e 2, e após oito meses para Exp. 3. Tanto o armazenamento em AC quanto o tratamento com 1-MCP reduziram a produção de etileno e a respiração dos frutos, impediram o rápido amolecimento dos frutos e reduziram a incidência de escurecimento da polpa em maçã ‘Luiza’. A combinação do tratamento com 1-MCP na colheita e no armazenamento, em AC proporcionou benefício adicional na retenção da firmeza após o armazenamento mais sete dias a 22 °C. Com base no tempo para atingir firmeza de 53 N, o potencial de armazenamento da maçã ‘Luiza’ é inferior a quatro meses em ar refrigerado e superior a seis meses em AC. Maçãs ‘Luiza’ não desenvolveram sintomas internos de dano por CO2 quando armazenadas sob altas pressões parciais de CO2 (até 4,5kPa). No entanto, houve aumento do escurecimento da polpa e incidência de podridões para maçãs armazenadas em AC por seis a oito meses. Por isso, o potencial de armazenamento do fruto da macieira ‘Luiza’ pode ser limitado a seis meses sob armazenamento em AC (1.5kPa O2 e 2.5 kPa CO2).



Termos para indexação: Malus × domestica Borkh., firmeza da polpa, podridão, conservação, escurecimento.


MAÇÃ
PÓS-COLHEITA
ARMAZENAMENTO
ESCURECIMENTO
ETILENO
PRESERVAÇÃO DE ALIMENTO

BINAGRI

Telefone: (61)3218-2567/2388/3357/2097 - binagri@agro.gov.br

Ministério da Agricultura e Pecuária , Esplanada dos Ministérios, Bloco D, Anexo B, Brasília/DF, CEP: 70.043-900