Aprendendo a viver /
Brasileiro, Núbia
Aprendendo a viver / - Fortaleza, CE: Multigraf Editora, 1992. - 152 p.
Guardo momentos especiais para citar o médico e biólogo francês Jacques Ruflié ao pinçar uma de suas sábias reflexões: "Quando os homens se encontram eles muitas vezes lutam, mas também trocam. É esta aventura da cultura humana."Justamente essa capacidade de rasgar o peito e movimentar as experiências e observações da vida, com um desejo intencional de comunicação e troca, me faz lembrar Núbia Brasileiro. Há vários anos acompanho a sua trajetória profissional, os seqüentes papéis ativamente assumidos na sociedade do seu tempo, aos quais ela empresta, sempre, uma nova dinâmica, energética. Sinto-me ligada à Núbia por amizade e admiração ao seu profundo senso de solidariedade feminina. Muito temos participado de encontros onde o cerne da questão é a problemática e o posicionamento da mulher que tem conectividade com os tempos modernos. Dentre tantas atividades, Núbia escreve histórias por vocação, cumprindo tão bem a sua travessia de trocas ao exprimir vivências profundamente pessoais. Aos poucos neste livro ela tece, com a máxima leveza e simplicidade uma coleção de escritos do cotidiano que formam audíveis rapsódias do eu, oferecendo material de reflexão extremamente variado e atual.
LITERATURA BRASILEIRA
CRÔNICAS
Aprendendo a viver / - Fortaleza, CE: Multigraf Editora, 1992. - 152 p.
Guardo momentos especiais para citar o médico e biólogo francês Jacques Ruflié ao pinçar uma de suas sábias reflexões: "Quando os homens se encontram eles muitas vezes lutam, mas também trocam. É esta aventura da cultura humana."Justamente essa capacidade de rasgar o peito e movimentar as experiências e observações da vida, com um desejo intencional de comunicação e troca, me faz lembrar Núbia Brasileiro. Há vários anos acompanho a sua trajetória profissional, os seqüentes papéis ativamente assumidos na sociedade do seu tempo, aos quais ela empresta, sempre, uma nova dinâmica, energética. Sinto-me ligada à Núbia por amizade e admiração ao seu profundo senso de solidariedade feminina. Muito temos participado de encontros onde o cerne da questão é a problemática e o posicionamento da mulher que tem conectividade com os tempos modernos. Dentre tantas atividades, Núbia escreve histórias por vocação, cumprindo tão bem a sua travessia de trocas ao exprimir vivências profundamente pessoais. Aos poucos neste livro ela tece, com a máxima leveza e simplicidade uma coleção de escritos do cotidiano que formam audíveis rapsódias do eu, oferecendo material de reflexão extremamente variado e atual.
LITERATURA BRASILEIRA
CRÔNICAS

BINAGRI