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Non-chemical control of charcoal rot of urdbean by Sonchus oleraceous application

Banaras, S. Javaid, A. Shoaib, A.

Non-chemical control of charcoal rot of urdbean by Sonchus oleraceous application

Publicação on-line; 35 ref.; 7 illus.; Summaries (En, Pt)



ABSTRACT - Urdbean [Vigna mungo (L.) Hepper] is an important leguminous crop
whose production is severely affected by charcoal rot disease caused by
Macrophomina phaseolina. This study was undertaken to seek an environmental
friendly alternative to synthetic fungicides for management of this disease. Dry
biomass of an allelopathic weed Sonchus oleraceous L. was used to combat the
menace. Fumigated sandy loam pot soil, pre-inoculated with M. phaseolina, was
amended with different doses of dry biomass of the weed ranging from 0.5% to 3%.
Application of 2% weed biomass completely controlled the disease. Soil inoculation
with M. phaseolina inoculation (positive control) reduced shoot dry weight and
grain yield of urdbean by 59% and 91%, respectively, over negative control.
Application of different doses of soil amendment in pathogen inoculated soil enhanced
shoot dry weight and grain yield of urdbean by 107-307% and 438-7400%, respectively,
over positive control. The highest positive effect on growth and yield of uedbean in
M. phaseolina contaminated soil was recorded due to 2.5% amendment. M. phaseolina
inoculation significantly enhanced peroxidase (POX) and phenyl alanine ammonia
lyase (PAL) activities. However, application of different doses of S. oleraceous
biomass to the soil gradually decreased activities of these enzymes. The present
study concludes that application of 2.5% dry biomass of S. oleraceous can completely
control charcoal rot of urdbean and significantly enhance crop growth and yield.

Keywords: charcoal rot, Macrophomina phaseolina, non-chemical disease
management, sow thistle, Vigna mungo.

RESUMO - O feijão-preto [Vigna mungo (L.) Hepper] é uma importante cultura
leguminosa cuja produção é severamente afetada pela podridão do carvão causada
por Macrophomina phaseolina. Este estudo objetivou buscar uma alternativa
ambientalmente acessível aos fungicidas sintéticos para o manejo dessa doença. A
biomassa seca de uma planta alelopática (Sonchus oleraceous L.) foi usada para
combater a ameaça. Solo de barro fumigado, pré-inoculado com M. phaseolina,
foi alterado com diferentes doses de biomassa seca da planta daninha, que variaram
de 0,5% a 3%. A aplicação de 2% de biomassa de plantas daninhas controlou
completamente a doença. A inoculação do solo com M. phaseolina (controle
positivo) reduziu o peso seco da parte aérea e o rendimento de grãos de feijãopreto
em 59% e 91%, respectivamente, sobre o controle negativo. A aplicação de
diferentes doses de alteração do solo no solo inoculado por patógenos aumentou
o peso seco da parte aérea e o rendimento de grãos de feijão-preto em 107-307%
e 438-7.400%, respectivamente, sobre controle positivo. O maior efeito positivo
no crescimento e produtividade de feijão-preto no solo contaminado por
M. phaseolina foi registrado devido a uma alteração de 2,5%. A inoculação com
M. phaseolina aumentou significativamente as atividades de peroxidase (POX) e
fenilalanina amônia liase (PAL). Entretanto, a aplicação de diferentes doses de biomassa de S. oleraceous
ao solo diminuiu gradualmente a atividade dessas enzimas. O presente estudo concluiu que a aplicação
de 2,5% de biomassa seca de S. oleraceous pode controlar completamente a podridão de carvão em
feijão-preto e aumentar significativamente o crescimento e o rendimento da cultura.

Palavras-chave: podridão de carvão, Macrophomina phaseolina, manejo de doenças não químicas,
serralha, Vigna mungo.


VIGNA MUNGO
MACROPHOMINA PHASEOLINA
FUNGO
PODRIDÃO
DOENÇA FÚNGICA
SERRALHA

BINAGRI

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