VEGETATIVE PROPAGATION OF Mimosa Caesalpiniifolia BY MINI-CUTTINGS TECHNIQUE
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ArtigoAssunto(s): Recursos online:
Em: Revista Árvore (Brazil) v. 46 p. 1-13 ; (2022)Sumário:
ABSTRACT – This study aimed to establish a methodology for vegetative propagation via mini-cuttings technique for Mimosa Caesalpiniifolia. For such, three independent experiments were conducted: the fi rst one evaluated survival and production of mini-stumps; the second tested the interaction between mini-cuttings types (apical and intermediate) and diff erent concentrations of indolbutyric acid (IAB; 0, 2,000, 4,000 and 6,000 mg.L-1) on adventitious rooting; and the third analyzed the eff ect of leaf area reduction (0%, 25%, 50%, 75%, and 100%) on mini-cuttings. Mini-stumps survival at 180 days was 80%, with an average yield of 5 sprouts per mini-stump at 120 days. Apical mini-cuttings demonstrated a higher rooting percentage, without IBA application, higher than 80%. On the other hand, IBA application promotes increased rooting percentage in intermediate mini-cuttings. Treatments without leaf reduction and with reduction of 25% promoted better results concerning rooting and plant development. Results support the hypothesis that mini-cuttings technique is viable for the propagation of Mimosa Caesalpiniifolia.
Keywords: Plant propagation; Adventitious rooting; Indole-3-butyric acid. Sumário:
RESUMO – Este trabalho teve como objetivo estabelecer uma metodologia de propagação vegetativa via técnica de miniestaquia para Mimosa Caesalpiniifolia. Para tanto, foram conduzidos três experimentos independentes: o primeiro avaliou a sobrevivência e produção das minicepas; o segunda testou a interação entre tipos de miniestacas (apical e intermediária) e diferentes concentrações de ácido indolbutírico (AIB; 0, 2.000, 4.000 e 6.000 mg.L-1) no enraizamento adventício; e o terceira analisou o efeito da redução da área foliar (0%, 25%, 50%, 75% e 100%) nas miniestacas. A sobrevivência das minicepas aos 180 dias foi de 80%, com rendimento médio de 5 brotos por minicepa aos 120 dias. Miniestacas apicais apresentaram maior porcentagem de enraizamento, sem aplicação de AIB, superior a 80%. Por outro lado, a aplicação de AIB promove aumento da porcentagem de enraizamento em miniestacas intermediárias. Os tratamentos sem redução foliar e com redução de 25% promoveram melhores resultados quanto ao enraizamento e desenvolvimento das plantas. Os resultados confirmam a hipótese de que a técnica de miniestaquia é viável para propagação de Mimosa Caesalpiniifolia.
Palavras-Chave: Propagação de plantas; Enraizamento adventício; Ácido indol-3-butírico.
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Publicação on-line; 43 ref.; 4 illus; Sumaries (En, Pt)
ABSTRACT – This study aimed to establish a methodology for vegetative propagation via mini-cuttings technique for Mimosa Caesalpiniifolia. For such, three independent experiments were conducted: the fi rst one evaluated survival and production of mini-stumps; the second tested the interaction between mini-cuttings types (apical and intermediate) and diff erent concentrations of indolbutyric acid (IAB; 0, 2,000, 4,000 and 6,000 mg.L-1) on adventitious rooting; and the third analyzed the eff ect of leaf area reduction (0%, 25%, 50%, 75%, and 100%) on mini-cuttings. Mini-stumps survival at 180 days was 80%, with an average yield of 5 sprouts per mini-stump at 120 days. Apical mini-cuttings demonstrated a higher rooting percentage, without IBA application, higher than 80%. On the other hand, IBA application promotes increased rooting percentage in intermediate mini-cuttings. Treatments without leaf reduction and with reduction of 25% promoted better results concerning rooting and plant development. Results support the hypothesis that mini-cuttings technique is viable for the propagation of Mimosa Caesalpiniifolia.
Keywords: Plant propagation; Adventitious rooting; Indole-3-butyric acid.
RESUMO – Este trabalho teve como objetivo estabelecer uma metodologia de propagação vegetativa via técnica de miniestaquia para Mimosa Caesalpiniifolia. Para tanto, foram conduzidos três experimentos independentes: o primeiro avaliou a sobrevivência e produção das minicepas; o segunda testou a interação entre tipos de miniestacas (apical e intermediária) e diferentes concentrações de ácido indolbutírico (AIB; 0, 2.000, 4.000 e 6.000 mg.L-1) no enraizamento adventício; e o terceira analisou o efeito da redução da área foliar (0%, 25%, 50%, 75% e 100%) nas miniestacas. A sobrevivência das minicepas aos 180 dias foi de 80%, com rendimento médio de 5 brotos por minicepa aos 120 dias. Miniestacas apicais apresentaram maior porcentagem de enraizamento, sem aplicação de AIB, superior a 80%. Por outro lado, a aplicação de AIB promove aumento da porcentagem de enraizamento em miniestacas intermediárias. Os tratamentos sem redução foliar e com redução de 25% promoveram melhores resultados quanto ao enraizamento e desenvolvimento das plantas. Os resultados confirmam a hipótese de que a técnica de miniestaquia é viável para propagação de Mimosa Caesalpiniifolia.
Palavras-Chave: Propagação de plantas; Enraizamento adventício; Ácido indol-3-butírico.

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