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Propagation of two epiphytic Cactaceae for relocation to an urban protected area of the Atlantic Forest in São Paulo, Brazil

Por: Tipo de material: ArtigoArtigoAssunto(s): Recursos online: Em: Rodriguésia (Brazil) v. 74 p. 1-16; (2023)Sumário: Abstract The relocation of epiphytes contributes to biodiversity conservation. In this sense, studies that aim to promote the success of the process are necessary. Therefore, the objective of this work was to analyze the effects of initial fresh mass and fertilization on the propagation of two species of Rhipsalis, thus ensuring their success after relocation to a protected area. Therefore, fertilized and unfertilized plants of Rhipsalis puniceodiscus and Rhipsalis trigona initially with one or two cladodes were propagated in a greenhouse for 25 months. After relocation to a forest area, their survival was monitored for 16 months. Survival percentage, shoot length and root length were analyzed every four months. Fresh mass, dry mass and photosynthetic pigment were analyzed before relocating to a native forest. During the protected propagation stage, for both species, individuals presenting more branches and those that were fertilized exhibited more intense overall development. The propagation of R. puniceodiscus and R. trigona in a greenhouse with two cladodes is better than with one cladode. In general, R. puniceodiscus displayed better development under controlled conditions than R. trigona. Propagation using fertilization increased fresh mass and favors growth and survival rate of R. puniceodiscus and R. trigona. It is possible to relocate both species to a preserved area of the Atlantic Forest, but R. trigona presented more potential. Key words: plant fertilization; plant reintroduction; Rhipsalis; survival; transplantation Resumo A realocação de epífitas contribui para a conservação da biodiversidade. Neste sentido, estudos que visem promover o sucesso do processo são necessários. Diante disso, o objetivo deste trabalho foi analisar os efeitos da massa fresca inicial e da fertilização na propagação de duas espécies de Rhipsalis, garantindo assim o seu sucesso após a realocação para uma Unidade de Conservação. Para tanto, plantas fertilizadas e não fertilizadas de Rhipsalis puniceodiscus e Rhipsalis trigona inicialmente com um ou dois cladódios foram propagadas em casa de vegetação por 25 meses. Após a mudança para uma área de floresta, sua sobrevivência foi monitorada por 16 meses. A porcentagem de sobrevivência, comprimento da parte aérea e comprimento da raiz foram analisados a cada quatro meses. Massa fresca, massa seca e pigmento fotossintético foram analisados antes de realocar para uma floresta nativa. Na fase de propagação protegida, para ambas as espécies, os indivíduos com mais ramos e os que foram fecundados exibiram um desenvolvimento global mais intenso. A propagação de R. puniceodiscus e R. trigona em casa de vegetação com dois cladódios é melhor do que com apenas um cladódio. Em geral, R. puniceodiscus apresentou melhor desenvolvimento em condições controladas do que R. trigona. A propagação com fertilização aumenta a massa fresca e favorece o crescimento e a taxa de sobrevivência de R. puniceodiscus e R. trigona. É possível realocar ambas as espécies para uma área preservada da Floresta Atlântica, porém R. trigona se apresentou mais promissora no processo. Palavras-chave: fertilização de plantas; reintrodução de plantas; Rhipsalis; sobrevivência; transplantio
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Periódicos Periódicos Biblioteca Nacional de Agricultura - Binagri Periódicos agrícolas 2023 74 Texto integral (PDF) Consulta local 2025-7012

Publicação on-line; 44 ref.; 3 tables; 7 illus.; Summaries (En, Pt)



Abstract

The relocation of epiphytes contributes to biodiversity conservation. In this sense, studies that aim to promote
the success of the process are necessary. Therefore, the objective of this work was to analyze the effects of
initial fresh mass and fertilization on the propagation of two species of Rhipsalis, thus ensuring their success
after relocation to a protected area. Therefore, fertilized and unfertilized plants of Rhipsalis puniceodiscus
and Rhipsalis trigona initially with one or two cladodes were propagated in a greenhouse for 25 months.
After relocation to a forest area, their survival was monitored for 16 months. Survival percentage, shoot
length and root length were analyzed every four months. Fresh mass, dry mass and photosynthetic pigment
were analyzed before relocating to a native forest. During the protected propagation stage, for both species,
individuals presenting more branches and those that were fertilized exhibited more intense overall development.
The propagation of R. puniceodiscus and R. trigona in a greenhouse with two cladodes is better than with
one cladode. In general, R. puniceodiscus displayed better development under controlled conditions than
R. trigona. Propagation using fertilization increased fresh mass and favors growth and survival rate of R.
puniceodiscus and R. trigona. It is possible to relocate both species to a preserved area of the Atlantic Forest,
but R. trigona presented more potential.

Key words: plant fertilization; plant reintroduction; Rhipsalis; survival; transplantation





Resumo

A realocação de epífitas contribui para a conservação da biodiversidade. Neste sentido, estudos que visem
promover o sucesso do processo são necessários. Diante disso, o objetivo deste trabalho foi analisar os efeitos
da massa fresca inicial e da fertilização na propagação de duas espécies de Rhipsalis, garantindo assim o seu
sucesso após a realocação para uma Unidade de Conservação. Para tanto, plantas fertilizadas e não fertilizadas
de Rhipsalis puniceodiscus e Rhipsalis trigona inicialmente com um ou dois cladódios foram propagadas em
casa de vegetação por 25 meses. Após a mudança para uma área de floresta, sua sobrevivência foi monitorada
por 16 meses. A porcentagem de sobrevivência, comprimento da parte aérea e comprimento da raiz foram
analisados a cada quatro meses. Massa fresca, massa seca e pigmento fotossintético foram analisados antes
de realocar para uma floresta nativa. Na fase de propagação protegida, para ambas as espécies, os indivíduos
com mais ramos e os que foram fecundados exibiram um desenvolvimento global mais intenso. A propagação
de R. puniceodiscus e R. trigona em casa de vegetação com dois cladódios é melhor do que com apenas
um cladódio. Em geral, R. puniceodiscus apresentou melhor desenvolvimento em condições controladas do
que R. trigona. A propagação com fertilização aumenta a massa fresca e favorece o crescimento e a taxa de
sobrevivência de R. puniceodiscus e R. trigona. É possível realocar ambas as espécies para uma área preservada
da Floresta Atlântica, porém R. trigona se apresentou mais promissora no processo.

Palavras-chave: fertilização de plantas; reintrodução de plantas; Rhipsalis; sobrevivência; transplantio

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