The genus Dryadella (Orchidaceae, Pleurothallidinae) in Brazil
Tipo de material:
ArtigoAssunto(s): Recursos online:
Em: Rodriguésia (Brazil) v. 75 p. 1-43; (2024)Sumário:
Abstract
The present work is a taxonomic revision of the Dryadella species of Brazil. Dryadella comprises 61
species, distributed in humid or seasonally humid forests, from Mexico to southern Brazil, most in the
Atlantic Rainforest and the Andean forests. We provide morphological descriptions, taxonomic discussions,
illustrations, an identification key, new synonyms, new occurrences and distribution maps for all taxa.
Fourteen species are recognised for Brazil, of these D. zebrina recorded also for Bolivia and Peru, D. aviceps
in Paraguay, D. lilliputiana in Bolivia, D. gnoma in Ecuador, Peru, Colombia, Panama, and Costa Rica and
recorded for the first time in Brazil. The others are endemic to the country and, with the exception of D.
gnoma, which occurs in the Amazon and D. ana-paulae, which occurs in the Cerrado, the other species are
restricted to the Atlantic Rainforest. We propose the synonymisation of D. osmariniana and D. cardosoi in
D. gnoma, D. espirito-santensis, D. gomes-ferreirae and D. litoralis in D. aviceps, D. vasquezii in D. anapaulae
and D. xaveriana in D. toscanoi. Nine lectotypes are designed.
Key words: endemism, monocots, nomenclature, South America, taxonomy.
Resumo
O presente trabalho é uma revisão taxonômica das espécies Dryadella do Brasil. Dryadella compreende 61
espécies, distribuídas em florestas úmidas ou sazonalmente úmidas, do México ao sul do Brasil, a maioria
na Floresta Atlântica e nas florestas andinas. Fornecemos descrições morfológicas, discussões taxonômicas,
ilustrações, chave de identificação, novos sinônimos, novas ocorrências e mapas de distribuição de todos os
táxons. Quatorze espécies são reconhecidas para o Brasil, destas D. zebrina é registrada também para Bolívia
e Peru, D. aviceps no Paraguai, D. lilliputiana na Bolívia, D. gnoma Equador, Peru, Colômbia, Panamá e
Costa Rica e registrada pela primeira vez para o Brasil. As demais são endêmicas do país e com exceção D.
gnoma, que ocorre na Amazônia e D. ana-paulae, que ocorre no Cerrado, as demais espécies são restritas à
Mata Atlântica. Nós propomos a sinonimização de D. osmariniana, D. cardosoi em D. gnoma, D. espiritosantensis,
D. gomes-ferreirae e D. litoralis em D. aviceps, D. vasquezii em D. ana-paulae e D. xaveriana em D. toscanoi.
Nove lectótipos são designados.
Palavras-chave: endemismo, monocotiledôneas, nomenclatura, América do Sul, taxonomia.
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Biblioteca Nacional de Agricultura - Binagri | Periódicos agrícolas | 2024 75 | Texto integral (PDF) | Consulta local | 2025-7320 |
Publicação on-line; Bibliography p. 41-43 (66 ref.); 17 ref.; Summaries (En, Pt)
Abstract
The present work is a taxonomic revision of the Dryadella species of Brazil. Dryadella comprises 61
species, distributed in humid or seasonally humid forests, from Mexico to southern Brazil, most in the
Atlantic Rainforest and the Andean forests. We provide morphological descriptions, taxonomic discussions,
illustrations, an identification key, new synonyms, new occurrences and distribution maps for all taxa.
Fourteen species are recognised for Brazil, of these D. zebrina recorded also for Bolivia and Peru, D. aviceps
in Paraguay, D. lilliputiana in Bolivia, D. gnoma in Ecuador, Peru, Colombia, Panama, and Costa Rica and
recorded for the first time in Brazil. The others are endemic to the country and, with the exception of D.
gnoma, which occurs in the Amazon and D. ana-paulae, which occurs in the Cerrado, the other species are
restricted to the Atlantic Rainforest. We propose the synonymisation of D. osmariniana and D. cardosoi in
D. gnoma, D. espirito-santensis, D. gomes-ferreirae and D. litoralis in D. aviceps, D. vasquezii in D. anapaulae
and D. xaveriana in D. toscanoi. Nine lectotypes are designed.
Key words: endemism, monocots, nomenclature, South America, taxonomy.
Resumo
O presente trabalho é uma revisão taxonômica das espécies Dryadella do Brasil. Dryadella compreende 61
espécies, distribuídas em florestas úmidas ou sazonalmente úmidas, do México ao sul do Brasil, a maioria
na Floresta Atlântica e nas florestas andinas. Fornecemos descrições morfológicas, discussões taxonômicas,
ilustrações, chave de identificação, novos sinônimos, novas ocorrências e mapas de distribuição de todos os
táxons. Quatorze espécies são reconhecidas para o Brasil, destas D. zebrina é registrada também para Bolívia
e Peru, D. aviceps no Paraguai, D. lilliputiana na Bolívia, D. gnoma Equador, Peru, Colômbia, Panamá e
Costa Rica e registrada pela primeira vez para o Brasil. As demais são endêmicas do país e com exceção D.
gnoma, que ocorre na Amazônia e D. ana-paulae, que ocorre no Cerrado, as demais espécies são restritas à
Mata Atlântica. Nós propomos a sinonimização de D. osmariniana, D. cardosoi em D. gnoma, D. espiritosantensis,
D. gomes-ferreirae e D. litoralis em D. aviceps, D. vasquezii em D. ana-paulae e D. xaveriana em D. toscanoi.
Nove lectótipos são designados.
Palavras-chave: endemismo, monocotiledôneas, nomenclatura, América do Sul, taxonomia.

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