Crônica da casa assassinada /
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TextoIdioma: Português Detalhes da publicação: Rio de Janeiro, RJ: Editora Nova Fronteiraq, 1979. Edição: 2. edDescrição: 536 pAssunto(s): Resumo: Crônica da Casa Assassinada foi o romance escolhido pela Nova Fronteira para iniciar a publicação de todos os livros de Lúcio Cardoso. Vinte anos após sua primeira edição, o tempo só fez confirmar as qualidades ~1ponta-das pelos melhores críticos da época: trata-se de um texto em. que a distinção entre prosa e poesia é quase impossível, e em que, ao radical romantismo, se alia a maturidade de um criador no domínio de todos os seus vastos recursos expressionais.Aqui, Lúcio Cardoso leva a introspecção psicológica de seus personagens a um ponto de tensão e exasperação raro em nossa literatura, ao mesmo tempo que, através de suas vidas, desvenda implacavelmente o panorama de decadência social em que se movem.Talvez por isso o crítico Alfredo Bosi tenha, com razão, chamado Lúcio Cardoso "um inventor de totalidades existenciais".
| Tipo de material | Biblioteca atual | Coleção | Número de chamada | Número do exemplar | Situação | Devolução em | Código de barras |
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Biblioteca Nacional de Agricultura - Binagri | Acervo Cultural | S86 BS0001446 (Percorrer estante(Abre abaixo)) | 01 | Disponível | S86 BS0001446 |
Crônica da Casa Assassinada foi o romance escolhido pela Nova Fronteira para iniciar a publicação de todos os livros de Lúcio Cardoso. Vinte anos após sua primeira edição, o tempo só fez confirmar as qualidades ~1ponta-das pelos melhores críticos da época: trata-se de um texto em. que a distinção entre prosa e poesia é quase impossível, e em que, ao radical romantismo, se alia a maturidade de um criador no domínio de todos os seus vastos recursos expressionais.Aqui, Lúcio Cardoso leva a introspecção psicológica de seus personagens a um ponto de tensão e exasperação raro em nossa literatura, ao mesmo tempo que, através de suas vidas, desvenda implacavelmente o panorama de decadência social em que se movem.Talvez por isso o crítico Alfredo Bosi tenha, com razão, chamado Lúcio Cardoso "um inventor de totalidades existenciais".

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