O mundo como vontade e representação /
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TextoIdioma: Português Detalhes da publicação: Rio de Janeiro, RJ: Contraponto, 2001.. Edição: 1. edDescrição: 431 pAssunto(s): Resumo: "O Mundo é a minha representação. ? Esta proposição é uma verdade para todo ser vivo pensante, embora só no homem chegue a transformar-se em conhecimento abstrato e refletido. A partir do momento em que é capaz de o levar a este estado, pode dizer-se que nasceu nele o espírito filosófico. Possui então a inteira certeza de não conhecer nem um sol nem uma terra, mas apenas olhos que vêem este sol, mãos que tocam essa terra; em uma palavra, ele sabe que o mudo que o cerca existe apenas como representação, na sua relação com um ser que percebe. que é o próprio homem. [...]Nenhuma verdade é portanto mais certa, mais absoluta, mais evidente do que esta: tudo o que existe, existe para o pensamento, isto é, o universo inteiro. Apenas é objeto em relação a um sujeito, percepção apenas; em relação a um espírito que percebe Em urna palavra, é pura representação. Esta lei aplica-se naturalmente a todo o presente, a todo o passado, e a todo o futuro, àquilo que está longe, tal como àquilo que está perto de nós, visto que ela é verdadeira para o próprio tempo e o próprio espaço, graças aos quais as representações particulares se distinguem umas das outras. Tudo o que o mundo encerra ou pode encerrar está nesta dependência necessária perante o sujeito, e apenas existe para o sujeito. O mundo é portanto representação."
| Tipo de material | Biblioteca atual | Coleção | Número de chamada | Número do exemplar | Situação | Devolução em | Código de barras |
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Biblioteca Nacional de Agricultura - Binagri | Acervo Cultural | B20 BS0001776 (Percorrer estante(Abre abaixo)) | 01 | Disponível | B20 BS0001776 |
Título original: Die Welt als Wille und Vorstellung. Tradução de M.F. Sá Correia.
"O Mundo é a minha representação. ? Esta proposição é uma verdade para todo ser vivo pensante, embora só no homem chegue a transformar-se em conhecimento abstrato e refletido. A partir do momento em que é capaz de o levar a este estado, pode dizer-se que nasceu nele o espírito filosófico. Possui então a inteira certeza de não conhecer nem um sol nem uma terra, mas apenas olhos que vêem este sol, mãos que tocam essa terra; em uma palavra, ele sabe que o mudo que o cerca existe apenas como representação, na sua relação com um ser que percebe. que é o próprio homem. [...]Nenhuma verdade é portanto mais certa, mais absoluta, mais evidente do que esta: tudo o que existe, existe para o pensamento, isto é, o universo inteiro. Apenas é objeto em relação a um sujeito, percepção apenas; em relação a um espírito que percebe Em urna palavra, é pura representação. Esta lei aplica-se naturalmente a todo o presente, a todo o passado, e a todo o futuro, àquilo que está longe, tal como àquilo que está perto de nós, visto que ela é verdadeira para o próprio tempo e o próprio espaço, graças aos quais as representações particulares se distinguem umas das outras. Tudo o que o mundo encerra ou pode encerrar está nesta dependência necessária perante o sujeito, e apenas existe para o sujeito. O mundo é portanto representação."

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