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Madame Bovary /

Por: Tipo de material: TextoTextoIdioma: Português Detalhes da publicação: Porto Alegre, RS: LPM, 2006. Descrição: 352 pAssunto(s): Resumo: Emma é uma mulher sonhadora, uma pequeno-burguesa criada no campo que aprendeu a ver a vida através da literatura sentimental. Bonita e requintada para os padrões provincianos, casa-se com Charles Bovary, um médico interiorano tão apaixonado pela esposa quanto entediante. Nem mesmo o nascimento de uma filha dá alegria ao indissolúvel casamento no qual a protagonista sente-se presa. Como Dom Quixote, que leu romances de cavalaria demais e pôs-se a guerrear com moinhos, ela tenta dar vida e paixão à sua existência, escolha que levará a uma sucessão de erros e a uma descida ao inferno. "Emma Bovary c'est moi", disse Gustave Flaubert (1821-1880), o criador deste que é considerado o ápice da narrativa longa do século XIX - o chamado século de ouro do romance. Flaubert, o esteta, aquele que buscava o mot juste (a palavra exata)e burilava os seus textos por anos a fio, imbuiu-se da consciência e da sensibilidade da sua personagem. Atingiu, com a irretocável prosa de Madame Bovary, o mais alto grau de penetração e análise psicológica da literatura universal. Nunca um romancista talhou com tanto esmero a mente e as aflições de sua personagem.
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Livros Livros Biblioteca Nacional de Agricultura - Binagri Acervo Cultural S84 BS0002011 (Percorrer estante(Abre abaixo)) 01 Disponível S84 BS0002011

Título Original: Madame Bovary. Traduzido por Enrico Corvisiere..

Emma é uma mulher sonhadora, uma pequeno-burguesa criada no campo que aprendeu a ver a vida através da literatura sentimental. Bonita e requintada para os padrões provincianos, casa-se com Charles Bovary, um médico interiorano tão apaixonado pela esposa quanto entediante. Nem mesmo o nascimento de uma filha dá alegria ao indissolúvel casamento no qual a protagonista sente-se presa. Como Dom Quixote, que leu romances de cavalaria demais e pôs-se a guerrear com moinhos, ela tenta dar vida e paixão à sua existência, escolha que levará a uma sucessão de erros e a uma descida ao inferno. "Emma Bovary c'est moi", disse Gustave Flaubert (1821-1880), o criador deste que é considerado o ápice da narrativa longa do século XIX - o chamado século de ouro do romance. Flaubert, o esteta, aquele que buscava o mot juste (a palavra exata)e burilava os seus textos por anos a fio, imbuiu-se da consciência e da sensibilidade da sua personagem. Atingiu, com a irretocável prosa de Madame Bovary, o mais alto grau de penetração e análise psicológica da literatura universal. Nunca um romancista talhou com tanto esmero a mente e as aflições de sua personagem.

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