O pobre de Deus /
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TextoIdioma: Português Detalhes da publicação: Rio de Janeiro, RJ: Nova Fronteira, 1979. Edição: 2 edDescrição: 368 pAssunto(s): Resumo: Esta é uma ardente visão moderna da vida de um dos maiores santos do cristianismo. A existência comovente, exemplar e iluminada do poverello de Assis, narrada em termos de ficção moderna pelo genial criador do neopaganismo de Zorba, o Grego, eis o audacioso projeto de Nikos Kazantzakis para a última obra que publicou pouco antes de morrer, em 1957. Dedicada a Akvert Schweitzer, êmulo contemporâneo dos princípios piedosos e altruísticos que nortearam a conduta terrena do idealizador do mosteiro da Porciúncula, não se limita à mera hagiografia ou á reconstituição histórica dos tempos de São Francisco, sendo antes uma visão pessoalíssima, varrida pelo sopro de lirismo que aqui, mais do que em nenhum outro livro de Kazantzakis, atinge um plano de autêntica criação romanesca. O autor foi buscar nos Fioretti a inspiração para uma exegese moderna, violenta como o sol meridional que congrega a Itália e a Grécia, numa fusão ímpar de santo e criatura humana, personagem lendária e pensador.Publicando O Pobre de Deus, junto com Zorba, Os Irmãos Inimigos e O Cristo Recrucificado, a Nova Fronteira se orgulha de oferecer ao leitor brasileiro as obras-primas do maior romancista da Grécia contemporânea.
| Tipo de material | Biblioteca atual | Coleção | Número de chamada | Número do exemplar | Situação | Devolução em | Código de barras |
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Biblioteca Nacional de Agricultura - Binagri | Acervo Cultural | S91 BS0002399 (Percorrer estante(Abre abaixo)) | 01 | Disponível | S91 BS0002399 |
Título em inglês "Saint Francis" tradução de Milton Persson..
Esta é uma ardente visão moderna da vida de um dos maiores santos do cristianismo. A existência comovente, exemplar e iluminada do poverello de Assis, narrada em termos de ficção moderna pelo genial criador do neopaganismo de Zorba, o Grego, eis o audacioso projeto de Nikos Kazantzakis para a última obra que publicou pouco antes de morrer, em 1957. Dedicada a Akvert Schweitzer, êmulo contemporâneo dos princípios piedosos e altruísticos que nortearam a conduta terrena do idealizador do mosteiro da Porciúncula, não se limita à mera hagiografia ou á reconstituição histórica dos tempos de São Francisco, sendo antes uma visão pessoalíssima, varrida pelo sopro de lirismo que aqui, mais do que em nenhum outro livro de Kazantzakis, atinge um plano de autêntica criação romanesca. O autor foi buscar nos Fioretti a inspiração para uma exegese moderna, violenta como o sol meridional que congrega a Itália e a Grécia, numa fusão ímpar de santo e criatura humana, personagem lendária e pensador.Publicando O Pobre de Deus, junto com Zorba, Os Irmãos Inimigos e O Cristo Recrucificado, a Nova Fronteira se orgulha de oferecer ao leitor brasileiro as obras-primas do maior romancista da Grécia contemporânea.

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