Diário do subsolo /
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TextoIdioma: Português Detalhes da publicação: São Paulo, SP: Martin Claret, 2012. Descrição: 138 pAssunto(s): Resumo: É difícil ler o "Diário do Subsolo": é doloroso aceitá-lo. Com uma precisão quase clínica, Dostóiévski traça neste livro o perfil de uma pessoa que, marginalizada social e moralmente, procura vingar-se do mundo inteiro ao qual atribui a sua humilhação. "Sou um sujeito maldoso!" - reconhece o "homem do subsolo", antecessor dos misantropos por opção do século XX, e sua maldade se volta, desenfreada, contra os inocentes e, muitas vezes, contra ele próprio. A rebelião existencial do indivíduo reduzido à condição de uma " reles mosca" dá início à minuciosa análise das questões cruciais de poder, justiça e liberdade, cujo frágil equilíbrio se reveste de especial importância em nossa época de revisão e contestação dos valores eternos. Abordando-as de modo lúcido e cortante, o gênio das letras russas deixa à humanidade seu aviso atemporal - Cuidado com o subsolo da alma, que suas portas estão sempre abertas!
| Tipo de material | Biblioteca atual | Coleção | Número de chamada | Número do exemplar | Situação | Devolução em | Código de barras |
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Biblioteca Nacional de Agricultura - Binagri | Acervo Cultural | S91 BS0003507 (Percorrer estante(Abre abaixo)) | 01 | Disponível | S91 BS0003507 |
Tradução e e notas de Oleg Almeida.
É difícil ler o "Diário do Subsolo": é doloroso aceitá-lo. Com uma precisão quase clínica, Dostóiévski traça neste livro o perfil de uma pessoa que, marginalizada social e moralmente, procura vingar-se do mundo inteiro ao qual atribui a sua humilhação. "Sou um sujeito maldoso!" - reconhece o "homem do subsolo", antecessor dos misantropos por opção do século XX, e sua maldade se volta, desenfreada, contra os inocentes e, muitas vezes, contra ele próprio. A rebelião existencial do indivíduo reduzido à condição de uma " reles mosca" dá início à minuciosa análise das questões cruciais de poder, justiça e liberdade, cujo frágil equilíbrio se reveste de especial importância em nossa época de revisão e contestação dos valores eternos. Abordando-as de modo lúcido e cortante, o gênio das letras russas deixa à humanidade seu aviso atemporal - Cuidado com o subsolo da alma, que suas portas estão sempre abertas!

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