Os desafios da diplomacia econômica da Africa do Sul para a África Austral no contexto norte sul /
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TextoIdioma: Português Detalhes da publicação: Brasília, DF: Fundação Alexandre Gusmão, 2015. Descrição: 358 pAssunto(s): Resumo: A reinserção da África do Sul (RAS), em meados dos anos 90, e sua consolidação, na década seguinte, ocorreram em meio a grandes transformações no mundo. O ANC chegava ao poder e, em decorrência de seu passado de luta, necessitava assegurar ao mundo que a nova democracia sul--africana iria abraçar os valores democráticos e de boa governança política e econômica do Ocidente. A coincidência cronológica entre o fim do apartheid e os grandes eventos mundiais iria influenciar, tanto na esfera política, quanto no campo econômico, as escolhas internas e externas que afetam as condições (limitações e oportunidades)para as políticas de governo da África do Sul. Os três eixos predominantes da diplomacia econômica da RAS do pós-apartheid - a política de integração econômica para a África Austral, a cooperação independente com o Norte e a aproximação com o Sul - esbarram, contudo, em enormes desafios - a saber, os obstáculos econômicos e sociais internos da RAS; suas vulnerabilidades econômicas e comerciais externas; as dificuldades em avançar a agenda de integração comercial em função da estrutura fiscal regressiva da África Subsaariana; e a interferência da União Europeia nos múltiplos esquemas de integração regional da África.
| Tipo de material | Biblioteca atual | Coleção | Número de chamada | Número do exemplar | Situação | Devolução em | Código de barras |
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Biblioteca Nacional de Agricultura - Binagri | Acervo Cultural | B52 BS0003530 (Percorrer estante(Abre abaixo)) | 01 | Disponível | B52 BS0003530 |
Trabalho apresentado originalmente como tese, aprovada noLVIII Curso de Altos Estudos do Instituto Rio Branco em 2013..
A reinserção da África do Sul (RAS), em meados dos anos 90, e sua consolidação, na década seguinte, ocorreram em meio a grandes transformações no mundo. O ANC chegava ao poder e, em decorrência de seu passado de luta, necessitava assegurar ao mundo que a nova democracia sul--africana iria abraçar os valores democráticos e de boa governança política e econômica do Ocidente. A coincidência cronológica entre o fim do apartheid e os grandes eventos mundiais iria influenciar, tanto na esfera política, quanto no campo econômico, as escolhas internas e externas que afetam as condições (limitações e oportunidades)para as políticas de governo da África do Sul. Os três eixos predominantes da diplomacia econômica da RAS do pós-apartheid - a política de integração econômica para a África Austral, a cooperação independente com o Norte e a aproximação com o Sul - esbarram, contudo, em enormes desafios - a saber, os obstáculos econômicos e sociais internos da RAS; suas vulnerabilidades econômicas e comerciais externas; as dificuldades em avançar a agenda de integração comercial em função da estrutura fiscal regressiva da África Subsaariana; e a interferência da União Europeia nos múltiplos esquemas de integração regional da África.

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