A segurança do Atlântico Sul e as relações com a África /
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TextoIdioma: Português Detalhes da publicação: Brasília, DF: Fundação Alexandre Gusmão, 2016. Descrição: 175 pAssunto(s): Resumo: Em 1982, ano em que foi escrita a tese aqui editada, o Atlântico Sul era objeto de especulações geradas pela Guerra Fria. Nos Estados Unidos circulavam "balões de ensaio" sobre a eventual criação de uma "Organização do tratado do Atlântico Sul", com o objetivo principal de dar proteção às rotas dos petroleiros que faziam o percurso entre o Oriente Médio e o Atlântico Norte. Ao Brasil não interessava essa ideia, que, em vez de proteger-nos expunha o mar a nós fronteiro a possíveis conflitos estratégicos a nós estranhos. Na SEB, nosso trabalho era desenvolver nossa política externa universal, inclusive buscando reforçar, por meio de tratados com nossos vizinhos, estruturas que nos dessem estabilidade, segurança e identidade próprias. A tese expõe as razões pelas quais o Brasil não desejava a criação de uma "OTAS", mas sim o desenvolvimento de esquemas de cooperação com os vizinhos de aquém e além-mar, e analisa a possibilidade de elaboração de um tratado para o Atlântico Sul que estabelecesse vínculos de cooperação entre os países sul-americanos e africanos - com exceção da África do Sul, que ainda vivia sob o regime do apartheid - e assegurasse a identidade da área como zona livre de armas nucleares.
| Tipo de material | Biblioteca atual | Coleção | Número de chamada | Número do exemplar | Situação | Devolução em | Código de barras |
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Biblioteca Nacional de Agricultura - Binagri | Acervo Cultural | B53 BS0003743 (Percorrer estante(Abre abaixo)) | 01 | Disponível | B53 BS0003743 |
Trabalho apresentado originalmente como tese, aprovada no V Curso de Altos Estudos do Instituto Rio Branco, em 1982..
Em 1982, ano em que foi escrita a tese aqui editada, o Atlântico Sul era objeto de especulações geradas pela Guerra Fria. Nos Estados Unidos circulavam "balões de ensaio" sobre a eventual criação de uma "Organização do tratado do Atlântico Sul", com o objetivo principal de dar proteção às rotas dos petroleiros que faziam o percurso entre o Oriente Médio e o Atlântico Norte. Ao Brasil não interessava essa ideia, que, em vez de proteger-nos expunha o mar a nós fronteiro a possíveis conflitos estratégicos a nós estranhos. Na SEB, nosso trabalho era desenvolver nossa política externa universal, inclusive buscando reforçar, por meio de tratados com nossos vizinhos, estruturas que nos dessem estabilidade, segurança e identidade próprias. A tese expõe as razões pelas quais o Brasil não desejava a criação de uma "OTAS", mas sim o desenvolvimento de esquemas de cooperação com os vizinhos de aquém e além-mar, e analisa a possibilidade de elaboração de um tratado para o Atlântico Sul que estabelecesse vínculos de cooperação entre os países sul-americanos e africanos - com exceção da África do Sul, que ainda vivia sob o regime do apartheid - e assegurasse a identidade da área como zona livre de armas nucleares.

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