04494nab a2200301 i 4500003000900000005001700009008004100026040001800067072001400085072000800099100003700107100003400144100003400178100003200212100003900244245010400283500006600387520155200453520177902005650003103784650002303815650001403838650001703852650001003869650001703879773021803896856007804114BR-BrBNA20231220192045.0231220b2021 bl.qr|pooa||| 00| 0 eng | aBR-BrBNAbeng aN20b0120 aF01 aSantos, Paulo Ricardo Alves dos  aChioderoli, Carlos Alessandro aSilva, Alexsandro Oliveira da 4Silva, Valsergio Barros da  aNascimento, Elivânia Maria Sousa aPerformance of a cascade fertilizer seeder: sowing systems and mechanisms for fertilizer deposition a Publicação online; 31 ref.; 7 tables; Summaries (En, Pt) a ABSTRACT – It is necessary to use new technologies to mitigate water scarcity in the semi-arid region. As such, the aim of this study was to evaluate the operational and energy performance of a ridge planter and fertiliser, as well as the deposition depth of maize seeds and fertiliser as a function of the sowing system, and the use of different furrowing mechanisms (disc and shank) for depositing fertilisers. The experimental design was of randomised blocks, in a 6 x 2 factorial scheme with four replications, including six sowing systems: (S 1 - intercropped ridge-sown maize; S2 – monocropped ridge-sown maize; S3 - intercropped furrow-sown maize; S4 – monocropped furrow-sown maize; S5 - conventional intercropping system; S6 - conventional monocropped system) and two mechanisms for depositing the fertiliser (offset double disc and shank furrower). The statistical analysis was carried out using the SISVAR software at 5% signifi cance. It was concluded that, irrespective of the sowing system (ridge or furrow) and mechanism employed, there is no difference in the initial plant population or in the depth of the maize seeds. However, greater attention must be paid to the depth of both the fertiliser and forage seeds when these are deposited at the same time. Sowing systems that turn the soil (furrow and ridge) consume more energy, as does the shank mechanism. Sowing system S5 affords better operating performance when used together with the disk mechanism. Key words: Furrowing shank. Offset double disc. Ridge. Furrow. a RESUMO - A escassez hídrica na região semiárida deve ser mitigada com novas tecnologias. Diante disto, objetivou-se com o presente trabalho, avaliar o desempenho operacional e energético de uma semeadora adubadora camalhoeira, bem como a profundidade de deposição de semente de milho e fertilizante em função do sistema de semeadura e do uso de mecanismos sulcadores para deposição de fertilizantes (Disco e haste). Foi utilizado delineamento experimental em blocos casualizados, em esquema fatorial 6 x 2 com 4 repetições, com seis sistemas de semeadura: (S1 - semeadura do milho em consórcio em cima do camalhão; S2 - semeadura do milho em camalhão sem consórcio; S3 - semeadura do milho em consórcio dentro do sulco; S4 - semeadura do milho dentro do sulco sem consórcio; S5 - semeadura convencional em consórcio; S6 - semeadura convencional sem consórcio) e dois mecanismos para deposição de fertilizantes (disco duplo desencontrado e haste sulcadora). A análise estatística foi realizada utilizando o programa SISVAR a 5% de signifi cância. Foi possível concluir que independente do sistema de semeadura (camalhão ou sulco) e mecanismo usado, não haverá diferença na população inicial de plantas e profundidade da semente de milho. No entanto, é necessário maior atenção na profundidade do fertilizante e semente de forrageira quando depositados juntos de maneira momentânea. Os sistemas de semeadura que mobilizam o solo (sulco e camalhão) apresenta maior consumo energético, assim como o mecanismo haste. O sistema de semeadura S5 apresenta melhor desempenho operacional, juntamente com o mecanismo disco. Palavras-chave: Haste sulcadora. Disco duplo desencontrado. Camalhão. Sulco. aMECANIZAÇÃO AGRÍCOLA aSISTEMA DE CULTIVO aSEMEADURA aFERTILIZANTE aMILHO aPROFUNDIDADE0 04290dFortaleza-CE Universidade Federal do Ceará. Centro de Ciências Agrárias 2002o2023-436724tRevista Ciência Agronômica (Brazil)x0045-6888; 1806-6690 (on-line)gv. 52(4) p. 1-9; (2021)wBR2023002169 uhttps://www.scielo.br/j/rca/a/rMJYnGxbyk8FHggsfHFjvfz/?format=pdf&lang=en