05064nab a2200229 i 4500003000900000005001700009008004100026040001800067072000800085100002200093100002200115100001900137245008700156500006400243520251900307520166002826650002104486650001604507650003104523773021004554856007004764BR-BrBNA20240221155946.0240221b2006 bl.qr|p|oa||| 00| 0 por | aBR-BrBNAbpor aS01 aOliveira, M.J.R.  aSimões, M.J.S.  aSassi, C.R.R.  aFitoterapia no Sistema de Saúde Pública (SUS) no Estado de São Paulo, Brasil aPublicação on-line; 8 ref.; 1 table; Summaries (En, Pt) a RESUMO: A Fitoterapia é a prática do uso de plantas ou suas partes com a finalidade terapêutica. Segundo a Organização Mundial de Saúde, 85% das pessoas do mundo utilizam plantas medicinais para tratar da saúde. Embora haja instituições e prefeituras trabalhando com fitoterapia no atendimento da população, ainda não há um apoio oficial do Ministério da Saúde. Realizamos esse trabalho com os objetivos de mostrar a situação da terapêutica fitoterápica no Estado de São Paulo, como quais os municípios que utilizam a fitoterapia como terapêutica na Rede Pública, e os municípios que implantaram a terapêutica e depois desativaram bem como determinar quais são as plantas medicinais mais usadas no SUS em todo o Estado de São Paulo. Os dados foram obtidos das DIRs (Direções Regionais de Saúde) Realizamos também entrevistas, utilizando formulário que constou de partes como: identificação (Direção Regional de Saúde e Município) e informações referentes à utilização ou não, da terapêutica fitoterápica (tempo que utilizavam a terapêutica, que plantas eram utilizadas, ações das plantas). Como resultado as 03 plantas medicinais mais utilizadas no Estado de São Paulo na Rede Pública de Saúde são: Guaco (Mikania glomerata); Calêndula (Calendula officinalis) e Babosa (Aloe vera) Os municípios do Estado de São Paulo que utilizam a fitoterapia com incentivo do Governo Municipal na Rede Pública são: Campinas; Canas; Guaratinguetá; Herculândia; Piquete; Pindamonhangaba; Roseira e São José do Barreiro, Ribeirão Preto, São Lourenço da Serra, Cruzeiro e Dobrada. Outros 08 municipios utilizavam mas foi desativada, bem como outros 13 municípios têm profissionais da área da saúde com projetos de fitoterapia já desenvolvidos ou em desenvolvimento para serem oferecidos ao Governo Municipal. Concluirmos que poucos municípios do Estado de São Paulo utilizam a fitoterapia como terapêutica e a falta de incentivo por parte dos governos municipais, em alguns municípios onde a fitoterapia estava implantada, levou a desativação do projeto. Alguns médicos da Rede Pública de Saúde, mesmo sem incentivo do governo municipal, continuam prescrevendo fitoterápicos, devido a esta terapêutica fazer parte de sua prática médica, ser bem aceita e acessível à população. Palavras-chave: Fitoterapia, plantas medicinais, Sistema público de Saúde a ABSTRACT: Phytotherapy in the public health system (SUS) in the Sao Paulo State, Brazil. Phytotherapy is a form of familiar treatment throughout the world and recommended by the World Health Organisation to be used in all regions, especially in the poorer countries, to improve the state of health of their people. The aim of this study was to describe the use of herbal medicine as an alternative therapy in the public health system in Sao Paulo State. The fieldwork consisted in obtaining information, from all the Regional Health Authorities in the State, about which municipal health areas use this therapy and sending them a questionnaire requesting details about the application of phitotherapy: when the therapy had been adopted, which plants were used, whether the programme had been discontinued or not and if so, for what reason. The cities that use the phytotherapy are: Campinas; Canas; Guaratingueta; Herculandia; Piquete; Pindamonhangaba; Roseira e Sao Jose do Barreiro, Ribeirao Preto, Sao Lourenço da Serra, Cruzeiro e Dobrada. And the three plant more used are: Guaco (Mikania glomerata); Calendula (Calendula officinalis) e Babosa (Aloe vera) The lack of support has led some Authorities to discontinue their active in 08 programmes. Nevertheless, it is concluded that the efficacy and low cost of herbal treatments has engendered a growing interest among health professionals in placing proposals for implanting this therapy in 13 cities in the Municipal Health. Thus, there should be growing practical support for the establishment of such programmes in the future. Key words: Phytotherapy, medicinal plant, public health system aPLANTA MEDICINAL aFITOTERAPIA aSISTEMA ÚNICO DE SAÚDE0 03543dBotucatu-SP Instituto de Biociências - Departamento de Química e Bioquímica 1998o2024-0053tRevista Brasileira de Plantas Medicinais (Brazil)x1516-0572gv. 8(2) p. 39-41; (2006)wBR2024000044 uhttp://www.sbpmed.org.br/admin/files/papers/file_xBXGQVasimb1.pdf