Souza, Gustavo Soares de Infantini, Maurício Blanco Krohling, César Abel Lani, José Antônio Senra, João Felipe de Brites

Mechanized harvesting of 'Conilon' coffee clones

Publicação on-line; 26 ref.; 4 illus.; Summaries (En, Pt)


Abstract – The objective of this work was to evaluate the speed effect of a
coffee harvester and its interaction with 'Conilon' coffee (Coffea canephora)
clones on the mechanical harvesting efficiency. The experiment was installed
in São Mateus, in the state of Espírito Santo, Brazil, in 2012, with 27 clones
of early, intermediate, and late fruit ripening. The first harvest was performed
after the plant cuttings at 0.5 m above the ground, in 2016, and the canopy
renovation. The plants and the harvester were evaluated in 2018. The coffee
harvester was tested at 0.6 and 0.8 km h-1. Measurements were performed
for stripping and harvesting efficiencies, fruit loss on the ground, unstripped
fruit, defoliation with manual and mechanized harvesting, fruit removal
force, and fruit ripening degree. The tests with the coffee harvester indicated
a technical feasibility of 88% average harvesting efficiency, and a 15% lower
defoliation than the manual harvesting. The harvesting speed of 0.8 km h-1
results in higher stripping and harvesting efficiencies, in a lower percentage
of loss on the ground, and in less unstripped fruit, regardless of the evaluated
clones. Fruit removal force and ripening degree influence the stripping and
harvesting efficiencies and the percentage of unstripped fruit of 'Conilon'
coffee.


Index terms: Coffea canephora, agricultural mechanization, fruit removal
force, harvester speed, harvesting efficiency
Resumo – O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da velocidade de uma
colheitadeira de café e sua interação com clones de café 'Conilon' (Coffea
canephora) sobre a eficiência da colheita mecanizada. O experimento foi
instalado em São Mateus, no Espírito Santo, em 2012, com 27 clones com
frutos de maturação precoce, intermediária e tardia. A primeira colheita foi
feita após o corte das plantas a 0,5 m acima do solo, em 2016, e a renovação da
copa. As plantas e a colheitadeira foram avaliadas em 2018. A colheitadeira
foi testada às velocidades de 0,6 e 0,8 km h-1. As mensurações foram feitas
quanto à eficiência de derriça e colheita, à perda dos frutos no chão, aos
frutos não derriçados, à desfolha com as colheitas manual e mecanizada, à
força de desprendimento e ao grau de maturação dos frutos. Os testes com a
colheitadeira de café indicaram viabilidade técnica com eficiência de 88% de
colheita média e desfolha 15% menor do que a da colheita manual. A velocidade
de colheita de 0,8 km h-1 resulta em maiores eficiências de derriçados e de
colheita, em menores perdas no chão e em menos frutos não derriçados,
independentemente dos clones avaliados. A força de desprendimento e o grau
de maturação influenciam a eficiência de descascamento e de colheita e a
percentagem de frutos não descascados de café 'Conilon'.


Termos para indexação: Coffea canephora, agricultura mecanizada, força
de desprendimento dos frutos, velocidade da colheitadeira, eficiência de
colheita.


AGRICULTURA
CAFÉ
COLHEITA MECÂNICA
RENDIMENTO