04009nab a2200385 i 4500003000900000005001700009008004100026040001800067072001400085072000900099100002900108100003700137100003400174100003100208100003000239100002000269100004200289100002700331245007300358500006600431520121800497520146601715650001803181650001603199650002503215650001403240650001103254650001003265650001403275650002403289773019703313856007803510942001603588999001903604BR-BrBNA20240506120738.0240506b2021 bl.ar|pooa||| 00| 0 eng | aBR-BrBNAbeng aL01b5213 b9702 aMoura, Sandra Vieira de  aSilveira, Isabella Dias Barbosa  aFerreira, Otoniel Geter Lauz  aMendonça, Fábio Souza  aMoreira, Sheilla Madruga  aRestle, João  aGarcia, Javier Alexander Bethancourt  aVaz, Ricardo Zambarda  aLairage periods on temperament score and meat quality of beef cattle aPublicação on-line; 31 ref.; 2 tables; Summaries (En, Pt) a Abstract – The objective of this work was to evaluate the influence of lairage periods on the temperament, physiological indicators of stress, and meat quality of beef cattle. Thirty-two castrated Aberdeen Angus x Nellore crossbred steers were distributed into four lairage periods: 12, 18, 24, and 48 hours. The following variables were evaluated: serum levels of the physiological indicators of stress glucose and cortisol (upon arrival at the slaughterhouse, after the lairage period, and at bleeding), animal temperament (movement, resistance to approach, and aggressiveness), and meat quality (final pH, waterholding capacity, color parameters, and tenderness). With a longer lairage period, the temperament score was higher, indicating that the animals were more agitated and resistant to human approach. Serum cortisol and glucose levels correlate positively with animal temperament and negatively with meat quality. At bleeding, an increase was observed in glucose and cortisol levels, respectively, for lairage periods longer than 24 hours and of 12 hours. The lairage of 48 hours reduces meat tenderness and water-holding capacity. Index terms: animal welfare, cortisol, meat tenderness, stress. a Resumo – O objetivo deste trabalho foi avaliar a influência de diferentes tempos de descanso pré-abate no temperamento, nos indicadores fisiológicos de estresse e na qualidade da carne de bovinos de corte. Trinta e dois novilhos mestiços Aberdeen Angus x Nelore castrados foram distribuídos em quatro tempos de descanso pré-abate: 12, 18, 24 e 48 horas. Foram avaliados as seguintes variáveis: níveis séricos dos indicadores fisiológicos de estresse glicose e cortisol (na chegada dos animais ao matadouro, após o período de descanso e no sangramento), temperamento animal (movimentação, resistência à aproximação e agressividade) e qualidade da carne (valor final para pH, capacidade de retenção de água, parâmetros de coloração e maciez). Com um maior período de descanso pré-abate, a pontuação de temperamento foi mais alta, o que indica que os animais estavam mais agitados e resistentes à aproximação de humanos. Os níveis séricos de cortisol e glicose correlacionam-se positivamente com o temperamento animal e negativamente com a qualidade da carne. No sangramento, observou-se aumento nos níveis de glicose e de cortisol, respectivamente, no tempo de descanso de mais de 24 horas e no de 12 horas. O tempo de descanso de 48 horas reduz a maciez da carne e sua capacidade de retenção de água. Termos para indexação: bem-estar animal, cortisol, maciez da carne, estresse. aGADO DE CORTE aPRÉ-ABATE aCOMPORTAMENTO ANIMAL aBEM-ESTAR aSTRESS aCARNE aQUALIDADE aPRODUÇÃO ANIMAL0 0920925801dBrasília-DF Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - EMBRAPA 1966-o2023-436357tPesquisa Agropecuária Brasileira (Brazil)x0100-204Xgv. 56 p. 1-8; (2021)wBR2024000628 uhttps://www.scielo.br/j/pab/a/PZY5VKbyqYBVKytGYph7pmG/?format=pdf&lang=en cAnalítica c299456d299456