04114nab a2200337 i 4500003000900000005001700009008004100026040001800067072001400085100002500099100001600124100001600140100001900156100001900175100002300194100001500217100002100232100002000253100001800273245008400291500006600375520141800441520150901859650001503368650002803383650002203411650001703433650001803450773022803468856008003696BR-BrBNA20240812100143.0240812b2017 bl.|r|pooa||| 00| 0 eng | aBR-BrBNAbeng aL70b8830 aOliveira Neto, M.G.  aH.A. Santos aFraga, R.E. aPacheco, A.S.  aSampaio, G.P.  aMoura-Costa, L.F.  aMeyer, R.  aCosta Silva, M.  aTrindade, S.C.  aVale, V.L.C.  aNitric oxide and immune response in infection control of Caseous Lymphadenitis  aPublicação online; 26 ref.; 5 illus.; Summaries (En; Pt) aABSTRACT - This study aimed to evaluate aspects of host immune response using an experimental infection model of Corynebacterium pseudotuberculosis (CP) in C57/Black6 wild-type and knockout for nitric oxide (KONO) mice. 28 mice were evaluated: 4 wild-type controls; 10 wild-type infected with CP; 4 KO-NO controls; 10 KO-NO infected with CP. Infection procedures were carried out by intraperitoneal inoculation using 107 . Infected C57/Black6 KO-NO mice began to die after the 5° day post-inoculation, up until the 14º day. Neutrophils were found in increased numbers in the infiltrate of KO-NO murine peritoneal cavities. Examination of splenic tissue revealed an accumulation of lymphocytes, predominantly CD8 T-cells, in experimental animal groups. KO-NO animals were found to have a predominance of granulomas 7 days post-inoculation, primarily in the lymph nodes. In addition, greater amounts of bacteria were recovered from the mesenteric lymph nodes of KO-NO mice. There was no statistically significant difference in the levels of total IgG and its subclasses 14 days post-inoculation between KO-NO and wild groups. The results suggest the importance of nitric oxide in the process of controlling CP infection, as KO-NO animals were observed to be markedly more affected by infection with this bacterium. Keywords: nitric oxid, knockout mice, Corynebacterium pseudotuberculosis, caseous limphadenitis  aRESUMO - O objetivo deste estudo foi avaliar os aspectos da resposta imune do hospedeiro, mediante o uso de um modelo experimental de infecção de Corynebacterium pseudotuberculosis (CP) em camundongos C57/Black6 do tipo selvagem e em C57/Black6 knockout para o óxido nítrico (KO-NO). Foram avaliados 8 camundongos: quatro controles de tipo selvagem; 10 do tipo selvagem infectados com CP; quatro controles KO-NO; e 10 KO-NO infectados com CP. A infecção foi realizada via intraperitoneal, usandose 107 . Os animais C57/Black6 KO-NO infectados começaram a vir a óbito no quinto dia pós-inoculação, o que aconteceu até o 14º dia. Um número maior de neutrófilos foi encontrado na sua cavidade peritoneal. O exame do baço revelou um acúmulo de linfócitos, predominantemente células T CD8, nos grupos de animais experimentais. Nos animais KO-NO, foi observada a presença de granulomas, sete dias pós-inoculação, principalmente nos gânglios linfáticos. Além disso, uma maior quantidade de bactérias foi detectada dos linfonodos mesentéricos desses animais. Não houve diferença estatisticamente significante nos níveis séricos IgG total e em suas subclasses aos 14 dias pós-inoculação nos grupos KONO e selvagem. Os resultados obtidos sugerem a importância do óxido nítrico no processo de controle da infecção por CP. Palavras-chave: óxido nítrico, camundongos Knockout, Corynebacterium pseudotuberculosis, linfadenite caseosa aCAMUNDONGO aANIMAL DE LABORATÓRIO aÓXIDO NÍTRICO aINFECÇÃO aVETERINÁRIA0 01643dBelo Horizonte-MG Universidade Federal de Minas Gerais - Escola de Veterinaria 1983o2024-2999tArquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia (Brazil)x0102-0935gv. 69(6) p. 1565-1572; (2017)wBR2024002250 uhttps://www.scielo.br/j/abmvz/a/ztJN5rcCnzmdBctr4MSNQFz/?format=pdf&lang=en