TY - SER AU - Kauffmann, C. AU - Ethur, E.M. AU - Arossi, K. AU - Pacheco, L.A. AU - Soares, A.P.V. AU - Buhl, B. AU - Scheibel, T. AU - Freitas, E.M. AU - Hoehne, L. AU - Dall'Agnol, R. AU - Fernandes, L.C. AU - Castro, L.C. AU - Gnoatto, S.C.B. TI - Analysis of antimicrobial activity of aqueous extracts of Eugenia sp. (Myrtaceae) from Southern Brazil KW - EUGENIA KW - ESCHERICHIA COLI KW - YERSINIA ENTEROCOLITICA KW - PLANTA MEDICINAL N1 - Publicação on-line; Bibliography p. 543-545 (50 ref.); 4 tables; Summaries (En, Pt) N2 - ABSTRACT: Various species of Eugenia (Myrtaceae) are employed in Southern Brazil to treat infectious diarrhea and other gastrointestinal disorders. However, many species lack of studies. Thus, the aim this study was to evaluate the inhibitory activities of aqueous extracts from six species of Eugenia on the growth of bacteria that are commonly responsible for infectious diarrhea or nosocomial infections, namely Enterococcus faecalis, Escherichia coli and Yersinia enterocolitica. Leaves from Eugenia anomala, E. arenosa, E. hiemalis, E. pitanga, E. pyriformis and E. rostrifolia were dried at room temperature, crushed and submitted to decoction for 15 min. Chemical profiles of the extracts were determined by thin layer chromatography. Antimicrobial susceptibility tests were carried out following the broth microdilution method and minimum inhibitory concentration (MICs) evaluated against E. faecalis (ATCC 51299), E. coli (ATCC 25922) and Y. enterocolitica (ATCC 9610). Saponins and tannins were detected in all six species, flavonoids were detected in E. anomala, E. arenosa, E. pitanga and E. hiemalis. The susceptibility of pathogens to Eugenia extracts decreased in the order Y. enterocolitica > E. faecalis > E. coli. MIC values varied between 2.5 and 5.0 mg/mL for E. anomala, E. hiemalis and E. pyriformis, and between 1.25 and 5.0 mg/mL for E. arenosa, E. pitanga and E. rostrifolia. The aqueous extracts of Eugenia species showed no significant antimicrobial activity against microorganisms tested. However, in all species were observed the presence of tannins, astringent substances known, what can justify the popular use of these plants in cases of diarrhea. Still, this study is very important considering the lack of work on the native species of the genus Eugenia, as well as the continuity of the same to highlight the popular uses of these plants. Keywords: Eugenia spp., Antimicrobial activity, Enterococcus faecalis, Escherichia coli, Yersinia enterocolitica; RESUMO: Análise da atividade antimicrobiana de extratos aquosos de Eugenia sp. (Myrtaceae) do sul do Brasil. Espécies do gênero Eugenia são utilizadas popularmente no Brasil para tratar diarreia, assim como outros problemas gastrintestinais. Contudo, muitas espécies carecem de estudos. Desta forma, o objetivo deste estudo foi avaliar a atividade antimicrobiana de seis espécies do gênero Eugenia, nativas do sul do Brasil, contra Enterococcus faecalis, Escherichia coli e Yersinia enterocolitica, bactérias comumente associadas à diarreia infecciosa ou infecções nosocomiais. Folhas de E. anomala, E. arenosa, E. hiemalis, E. pitanga, E. pyriformis e E. rostrifolia foram secas à temperatura ambiente, trituradas e submetidas a decocção por 15 min. O perfil fitoquímico dos extratos foi determinado por cromatografia em camada delgada. A atividade antimicrobiana dos extratos foi determinada através do método de microdiluição em caldo contra E. faecalis (ATCC 51299), E. coli (ATCC 25922) e Y. enterocolitica (ATCC 9610), e a concentração inibitória mínima (CIM) foi determinada. Saponinas e taninos foram detectados em todas as seis espécies estudadas, enquanto a presença de flavonoides foi observada em E. anomala, E. arenosa, E. pitanga e E. hiemalis. A suscetibilidade dos microrganismos aos extratos de Eugenia diminuíram na ordem Y. enterocolitica > E. faecalis > E. coli. Os valores de CIM variaram entre 2,5 e 5,0 mg/mL para E. anomala, E. hiemalis e E. pyriformis, enquanto que para as espécies E. arenosa, E. pitanga e E. rostrifolia foram observados valores entre 1,25 e 5,0 mg/mL. Os extratos aquosos de espécies de Eugenia não apresentaram atividade antimicrobiana significativa contra os microrganismos testados, no entanto, em todas foi observada a presença de taninos, substâncias reconhecidamente adstringentes, o que pode justificar o uso popular destas plantas em casos de diarreia. Ainda, salienta-se a importância do presente estudo considerando a carência de trabalhos sobre as espécies nativas do gênero Eugenia, assim como da continuidade dos mesmos a fim de evidenciar os usos populares destas plantas. Palavras-chave: Eugenia spp., atividade antimicrobiana, Enterococcus faecalis, Escherichia coli, Yersinia enterocolitica UR - http://www.sbpmed.org.br/admin/files/papers/file_I5xZcOPbYcop.pdf ER -