03483nab a2200265 i 4500003000900000005001700009008004100026040001800067072000800085072000800093072000800101100003400109100004400143245018400187500010200371520110700473520128901580650000902869650001702878650002802895650003102923650001102954773017402965856007803139BR-BrBNA20241129114237.0241129b2010 bl.qr|pooa||| 00| 0 eng | aBR-BrBNAbeng aK10 aH60 aF50 aAbreu, Rodolfo Cesar Real de  aRodrigues, Pablo José Francisco Pena  aExotic tree Exotic tree Artocarpus heterophyllus Artocarpus heterophyllus (Moraceae) invades (Moraceae) invades the Brazilian Atlantic Rainforest the Brazilian Atlantic Rainforest aPublicação on-line; Bibliography p. 685-688 (75 ref.); 5 tables; 1 illus.; Summaries (En, Pt) a Abstract Artocarpus heterophyllus Lam. (jackfruit) was man made introduced in Tijuca National Park (TNP) in the mid1800s. Native from Southeast Asia, nowadays densely colonizes the TNP. Here we analyze some jackfruit population parameters that probably allowed the local colonization followed by successful invasion of the new habitat. Based on 20 sample plots, randomly placed inside 5 sites colonized by jackfruit, we described subpopulations hierarchical size diameter structures. Gini’s coefficient values turned around 0.64 and Lorenz’s asymmetry coefficient around 1.03, indicating that size hierarchies were very similar between sites. The five sites were also compared and do not differ based on jackfruit basal area, number of species, Shannon’s index and canopy openness. Jackfruit may, therefore, be considered invasive in all these sites and the low tree diversity values (H’ overall mean 0.74) also indicates that this exotic species locally excludes native ones. Keywords: jackfruit, invasive species, biological invasion, population structure, Tijuca National Park, Brazil. a Resumo Artocarpus heterophyllus Lam. (Jaqueira) foi introduzida pelo homem no Parque Nacional da Tijuca (PNT), em meados do século XVIII. Nativa do sudeste da Ásia, esta espécie exótica hoje coloniza densamente o PNT. Neste estudo analisamos alguns parâmetros populacionais da jaqueira que provavelmente permitiram a colonização local e conseqüentemente a invasão bem sucedida deste novo habitat. A partir da amostragem de 20 parcelas alocadas aleatoriamente em cinco sítios colonizados por jaqueiras, descrevemos as estruturas de diâmetro das subpopulações. Os coeficientes de Gini oscilaram em torno 0,64 e os de Lorenz 1,03, indicando hierarquia de tamanhos semelhante entre as amostras. Os cinco sítios também foram comparados e não diferiram quanto à área basal de jaqueiras, riqueza total de espécies, índice de diversidade de Shannon e abertura do dossel. A jaqueira pode, portanto, ser considerada invasora em todos estes sítios e os baixos valores de diversidade de árvores (H’ em torno de 0,74) também podem indicar que esta espécie exótica exclui localmente as espécies nativas. Palavras-chave: jaqueiras, espécies invasoras, invasão biológica, estrutura de populações, Parque Nacional da Tijuca, Brasil.  aJACA aERVA DANINHA aPOPULAÇÃO DE PLANTA aPARQUE NACIONAL DA TIJUCA  aBRASIL0 0709dRio de Janeiro-RJ Jardim Botanico do Rio de Janeiro 1935o2024-7673tRodriguésia (Brazil)x0370-6583; 2175-7860 on-linegv. 61(4) p. 677-688; (2010)wBR2024003722 uhttps://www.scielo.br/j/rod/a/qLpZQfVQbCKR6KLZDQtgf8G/?format=pdf&lang=en