03884nab a2200265 i 4500003000900000005001700009008004100026040001800067072000800085072000800093100002600101100002800127100003500155100003300190100003300223245012600256500007600382520284200458650001403300650002503314650001403339650001303353773017403366856007803540BR-BrBNA20250306113828.0250306b2015 bl.qr|pooa||| 00| 0 por | aBR-BrBNAbpor aF40 aF70 aSouza, Bruno Cruz de  aOliveira, Rafael Silva  aAraújo, Francisca Soares de  aLima, André Luiz Alves de  aRodal, Maria Jesus Nogueira  aDivergências funcionais e estratégias de resistência à seca entre espécies decíduas e sempre verdes tropicais aPublicação on-line; 44 ref.; 2 tables; 5 illus.; Summaries (En, Pt) a Resumo Analisamos a variação funcional entre espécies decíduas (ED) e sempre verdes (ESV) para compreender as divergências nas estratégias de tolerância e evitação à seca. O estudo foi realizado em um fragmento de floresta tropical sazonalmente seca, localizada no munícipio de Pentecoste (3°47'S,39°16'W), Ceará, Brasil. Mensuramos 17 traços funcionais foliares em 17 ED e cinco ESV, sendo 12 morfofuncionais, um fenológico e quatro fisiológicos. Verificamos que as ED exibiram maior taxa de fotossíntese por massa (Amassa), menor longevidade foliar (LF) e massa foliar específica (MFE) quando comparadas às sempre verdes. Esses traços foram considerados traços-chaves preditores das estratégias de evitação e tolerância à seca. As ED e ESV apresentaram uma demanda conflitante entre tolerância à seca e taxa fotossintética, pois a LF foi negativamente correlacionada com à Amassa. Embora tenham demonstrado diferenças claras na MFE e LF não observamos diferenças significativas na Aárea e gs, consequentemente, ED e ESV não diferiram na eficiência no uso da água durante o período chuvoso. Apesar da variabilidade substancial dentro do grupo, todas as ED exibem estratégia de evitação à seca enquanto que ESV exibem um conjunto de traços funcionais foliares relacionados a estratégia de tolerância à seca. Palavras-chave: Grupos fenológicos, tolerância à seca, evitação à seca. Abstract We analyzed the functional variation between deciduous and evergreen species to understand the differences across the strategies of avoidance and tolerance to drought. Our study was carried in a fragment of seasonally dry tropical forest located in the city of Pentecoste (3°47‘S, 39°16’W), Ceará, Brazil. We measured 17 func- tional leaf traits in 17 deciduous and five evergreen species, being 12 morphofunctional, one phenological and four physiological. We found that deciduous species exhibited greater Amass, lower leaf lifespan (LL) and leaf mass per area (LMA) than evergreen species. These traits were considered key predictor traits of avoidance and drought tolerance strategies. Deciduous and evergreen species showed a trade-off between drought tolerance and photosynthetic rate, LL was negatively correlated with Amass. Although we have shown clear differences in LMA and LL not observed significant differences in Aareaand gs, consequently, deciduousspecies and evergreen species did not find significant differences in WUEi and WUE. Despite substantial variability within the group, all deciduous species fall predominantly in the drought avoidance strategy, while evergreen species display a suite of traits related to drought tolerance. Key words: Phenological groups, drought tolerance, drought avoidance.  aFENOLOGIA aRESISTÊNCIA A SECA aESPÉCIE aÁRVORE0 0709dRio de Janeiro-RJ Jardim Botanico do Rio de Janeiro 1935o2025-1382tRodriguésia (Brazil)x0370-6583; 2175-7860 on-linegv. 66(1) p. 021-032; (2015)wBR2024004978 uhttps://www.scielo.br/j/rod/a/HpQTYnF7tw93ywLCSNSVtCF/?format=pdf&lang=pt