04451nab a2200337 i 4500003000900000005001700009008004100026040001800067072001400085072000800099100002600107100003500133100003000168100002700198100004100225100003200266100003900298245014400337500006400481520146900545520165602014650002303670650001803693650002303711650002903734650001703763650001803780650001503798773022103813856007904034BR-BrBNA20250310200702.0250310b2022 bl.ar|pooa||| 00| 0 eng | aBR-BrBNAbeng aK10b3295 aF60 aPinho, Luciana Luzia  aLacerda, Claudivan Feitosa de  aSousa, João Alencar de  aSantos, Alisson Moura  aBezerra, Antônio Marcos Esmeraldo  aCavalcante, Eduardo Santos  aSales, Jonnathan Richeds da Silva  aEFFECTS OF ARTIFICIAL SHADING AND IRRIGATION WITH BRACKISH WATER ON THE INITIAL DEVELOPMENT OF Anadenanthera colubrina(Vell.) Brenan PLANTS aPublicação on-line; 48 ref.; 3 illus; Sumaries (En, Pt) a ABSTRACT – The use of management strategies or changes in the cultivation environment can reduce the impacts of irrigation water salinity on plant development. Therefore, in this research, physiological responses, initial growth, and plant quality of Anadenanthera colubrina (Vell.) Brenan (Angico Branco) were evaluated under diff erent levels of shading and electrical conductivity of the irrigation water, seeking to identify the most favorable conditions for the development of this species using brackish water. The experiment was carried out in randomized blocks with split plots and four replications. The plots were formed by four environments with diff erent shading levels: 0 (full sun), 30, 50, and 70%, and the subplots, formed by fi ve increasing levels of electrical conductivity of the irrigation water: 0.4, 1.6, 2.8, 4.0, and 5.2 dS.m-1. The following variables were evaluated: substrate electrical conductivity, leaf gas exchange, plant height, biomass production, and Dickson quality index at 40 days in a nursery. The use of artifi cial shading favored plant development and photosynthesis rate, even when irrigated with moderate and high salinity water. The DQI showed that A. colubrina plants presented higher quality index when produced under intermediate shading (30% and 50%), with yield losses below 20% when irrigated with water with electrical conductivity up to 2.8 dS.m-1 . Keywords: Angico Branco; Light intensity; Saline stress. a RESUMO – O uso de estratégias de manejo ou alterações no ambiente de cultivo podem reduzir os impactos da salinidade da água de irrigação sobre o desenvolvimento vegetal. Assim, nessa pesquisa foram avaliadas respostas fisiológicas, crescimento inicial e qualidade de plantas de Anadenanthera colubrina (Vell.) Brenan (Angico Branco) sob diferentes níveis de sombreamento e condutividade elétrica da água de irrigação, buscando-se identificar as condições mais favoráveis para o desenvolvimento dessa espécie utilizando-se águas salobras. O experimento foi realizado em blocos casualizados com parcelas subdivididas e quatro repetições. As parcelas foram formadas por quatro ambientes com diferentes níveis de sombreamento: 0 (pleno sol), 30, 50 e 70%, e as subparcelas, formadas por cinco níveis crescentes de condutividade elétrica da água de irrigação: 0,4, 1,6, 2,8, 4,0 e 5,2 dS.m-1. Foram avaliadas as variáveis: condutividade elétrica do substrato, trocas gasosas foliares, altura de plantas, produção de biomassa e índice de qualidade de Dickson aos 40 dias em viveiro. O uso do sombreamento artificial favoreceu o desenvolvimento das plantas e a taxa de fotossíntese, mesmo quando irrigadas com água de moderada e elevada salinidade. O IQD mostrou que as plantas de A. colubrina apresentaram maior índice de qualidade quando produzidas sob sombreamento intermediário (30% e 50%), com perdas no rendimento inferiores a 20% quando irrigadas com água com condutividade elétrica de até 2,8 dS.m-1. Palavras-Chave: Angico Branco; Intensidade luminosa; Estresse salino.  aÁRVORE FLORESTAL aANGICO BRANCO aFISIOLOGIA VEGETAL aCONDUTIVIDADE ELÉTRICA aSOMBREAMENTO aIRRIGAÇÃO aSALINIDADE0 0812dViçosa-MG Sociedade de Investigações Florestais - Universidade Federal de Viçosa. Depto. de Engenharia Florestal 1977o2024-7727tRevista Árvore (Brazil)x0100-6762gv. 46 p. 1-12; (2022)wBR2024004837 uhttps://www.scielo.br/j/rarv/a/jzP3kBKhZfRXXBLwbXYWyXB/?format=pdf&lang=en