03838nab a2200301 i 4500003000900000005001700009008004100026040001800067072000800085072000800093100002900101100003000130100002500160100002700185100003300212245008300245500006500328520124500393520147401638650002203112650001903134650002303153650002403176773023003200856007903430942000803509999001903517BR-BrBNA20250314142912.0250314b2022 bl.ar|pooa||| 00| 0 eng | aBR-BrBNAbeng aE71 aE16 aSantos, Helenice Furtado aSilva, Márcio Lopes da  aSoares, Naisy Silva  aDiniz, Felipe Firmino  aCoelho Junior, Luiz Moreira  aBRAZIL’S COMPETITIVENESS IN EXPORTATION OF FOREST PRODUCTS FROM 2008 TO 2018 aPublicação on-line; 30 ref.; 5 tables; Sumaries (En, Pt) a ABSTRACT – This article aims to analyze Brazil’s global competitiveness in the exportation of forest products from 2008 to 2018. Data on importation and exportation were obtained from the Food and Agriculture Organization of the United Nations - FAO, while Revealed Comparative Advantage (RCA), Contribution to Trade Balance (CTB), and Terms of Trade (TOT) were the indicators used to measure international trade. The main results show that Brazil has a positive trade balance for forest products, mainly for wood pulp exports. Brazil’s RCA for forest products was classifi ed as moderate to strong. As for the forest product groups, it was strong for wood pulp, weak to moderate for wood panels, weak for paper and paperboard, weak to nonexpressive for timber, and non-expressive for industrial roundwood and wood fuel. Based on Brazil’s CTB, all the forest product groups have a comparative advantage, except wood fuel. Brazil’s TOT was strong for wood panels, timber, industrial roundwood, wood pulp, in order from most to least expressive. In conclusion, Brazilian exports have comparative advantages and are competitive in the international market. Keywords: Forest economics; Competitiveness indicators; Balance of trade. a RESUMO – Este artigo tem por objetivo analisar a competitividade brasileira das exportações dos produtos florestais, de 2008 a 2018. Os dados de importações e exportações de produtos florestais foram obtidos da Food and Agriculture Organization of the United Nations – FAO e para mensurar o comércio internacional utilizou os indicadores Vantagem Comparativa Revelada (VCR), contribuição ao saldo comercial (CSC) e Taxa de Cobertura (TC). Os principais resultados mostraram que o Brasil possui superavit na balança comercial de produtos florestais, sendo as exportações de celulose o principal. O VCR brasileiro de produtos florestais foi classificado de moderada a forte e, entre os agregados de produtos florestais, a celulose foi forte, os painéis de madeira de fraco a moderado, papel e papelão fraco, madeira serrada de fraco a não expressivo e a madeira industrial e madeira para energia não expressivo. Por meio do CSC brasileiro de produtos florestais, todos agregados possuem vantagem comparativa, com exceção da madeira para energia. O TC brasileiro foi forte para painéis de madeira, madeira serrada, madeira industrial, celulose, sendo os mais expressivos em ordem decrescente, respectivamente. Conclui-se que as exportações brasileiras apresentam vantagens comparativas e tem competitividade no mercado internacional. Palavras-Chave: Economia Florestal; Indicadores de Competitividade; Balança comercial. aPRODUTO FLORESTAL aEXPORTAÇÃO aECONOMIA FLORESTAL aBALANÇO COMERCIAL0 08129346929dViçosa-MG Sociedade de Investigações Florestais - Universidade Federal de Viçosa. Depto. de Engenharia Florestal 1977o2024-7727tRevista Árvore (Brazil)x0100-6762gv. 46 p. 1-10 ; (2022)wBR2024004885 uhttps://www.scielo.br/j/rarv/a/QGGPHBbkLM6B3zML8495Fkw/?format=pdf&lang=en cANA c330420d330420