Silva, Ana Karla Vieira da Aguiar, Thamiris da Silva Santos, Márcia Ellen Chagas dos Araújo, Jayane Karine Pereira de Freire, Álvaro da Costa Salami, Gabriela Araujo, Poliana Coqueiro Dias

VEGETATIVE PROPAGATION OF Mimosa Caesalpiniifolia BY MINI-CUTTINGS TECHNIQUE

Publicação on-line; 43 ref.; 4 illus; Sumaries (En, Pt)



ABSTRACT – This study aimed to establish a methodology for vegetative propagation via mini-cuttings technique for Mimosa Caesalpiniifolia. For such, three independent experiments were conducted: the fi rst one evaluated survival and production of mini-stumps; the second tested the interaction between mini-cuttings types (apical and intermediate) and diff erent concentrations of indolbutyric acid (IAB; 0, 2,000, 4,000 and 6,000 mg.L-1) on adventitious rooting; and the third analyzed the eff ect of leaf area reduction (0%, 25%, 50%, 75%, and 100%) on mini-cuttings. Mini-stumps survival at 180 days was 80%, with an average yield of 5 sprouts per mini-stump at 120 days. Apical mini-cuttings demonstrated a higher rooting percentage, without IBA application, higher than 80%. On the other hand, IBA application promotes increased rooting percentage in intermediate mini-cuttings. Treatments without leaf reduction and with reduction of 25% promoted better results concerning rooting and plant development. Results support the hypothesis that mini-cuttings technique is viable for the propagation of Mimosa Caesalpiniifolia.

Keywords: Plant propagation; Adventitious rooting; Indole-3-butyric acid.

RESUMO – Este trabalho teve como objetivo estabelecer uma metodologia de propagação vegetativa via técnica de miniestaquia para Mimosa Caesalpiniifolia. Para tanto, foram conduzidos três experimentos independentes: o primeiro avaliou a sobrevivência e produção das minicepas; o segunda testou a interação entre tipos de miniestacas (apical e intermediária) e diferentes concentrações de ácido indolbutírico (AIB; 0, 2.000, 4.000 e 6.000 mg.L-1) no enraizamento adventício; e o terceira analisou o efeito da redução da área foliar (0%, 25%, 50%, 75% e 100%) nas miniestacas. A sobrevivência das minicepas aos 180 dias foi de 80%, com rendimento médio de 5 brotos por minicepa aos 120 dias. Miniestacas apicais apresentaram maior porcentagem de enraizamento, sem aplicação de AIB, superior a 80%. Por outro lado, a aplicação de AIB promove aumento da porcentagem de enraizamento em miniestacas intermediárias. Os tratamentos sem redução foliar e com redução de 25% promoveram melhores resultados quanto ao enraizamento e desenvolvimento das plantas. Os resultados confirmam a hipótese de que a técnica de miniestaquia é viável para propagação de Mimosa Caesalpiniifolia.

Palavras-Chave: Propagação de plantas; Enraizamento adventício; Ácido indol-3-butírico.


SABIÁ
ÁRVORE ANGIOSPERMA
PROPAGAÇÃO VEGETATIVA
ENRAIZAMENTO DE ESTACA