Getz, Barbara Silva, Raíssa Martins da Luz, Viviane Kopp da Sousa, Rogerio Oliveira de Magalhães Júnior, Ariano Martins de Barbosa Neto, José Fernandes Maia, Luciano Carlos da Oliveira, Antonio Costa de
Identification of rice mutant families with chilling tolerance
Summaries (En, Pt); 31 ref.; 4 illus.; 3 tables
Abstract – The objective of this work was to characterize chilling tolerance in rice mutant families of the M4 generation, at the seedling stage. Two experiments were carried out: chilling tolerance was evaluated in 43 mutant families, in the 'BRS Querência' original genotype, and in 19 commercial genotypes. In Experiment II, 8 mutant families from Experiment I, 'BRS Querência', and a mutant of the M5 generation were tested. In both experiments, seedlings were evaluated under two conditions: 10°C for seven days and 25°C for seven days. In Experiment I, the induced mutations in rice led to varied responses in chilling tolerance traits, with some M4 mutant families outperforming the original genotype. Experiment II highlighted the impact of mutations on chilling-tolerance, particularly in terms of leaf discoloration and plant recovery. Mutant families of the M4 generation differ from the original genotype 'BRS Querência' in chilling tolerance at the seedling stage. The mutant families M36, M54, and M56 and 'BRS Querência' show genetic similarity, indicating a lack of chilling tolerance during the seedling stage. The mutant families M17, M21, M22, and M26 are promising for rice breeding programs because they present chilling tolerance. The M30 mutant family exhibits the best performance for all analyzed traits, indicating chilling tolerance at the seedling stage. Index terms: Oryza sativa, genetic variability, induced mutation, low temperatures, mutagenic. Resumo – O objetivo deste trabalho foi caracterizar a tolerância ao frio em famílias mutantes de arroz na geração M4, no início do estágio vegetativo. Foram realizados dois experimentos. No experimento I, a tolerância ao frio foi avaliada em 43 famílias mutantes, no genótipo original 'BRS Querência' e em 19 genótipos comerciais. No Experimento II, 8 famílias mutantes do Experimento I, 'BRS Querência' e um mutante proveniente da geração M5 foram testados. Em ambos os experimentos, as plântulas foram avaliadas em duas condições: 10°C por sete dias e 25°C por sete dias. No Experimento I, as mutações induzidas em arroz levaram a respostas variadas nas características de tolerância ao frio, com algumas famílias mutantes M4 tendo superado o genótipo original. O Experimento II destacou o impacto das mutações na tolerância ao frio, particularmente em termos de descoloração das folhas e recrescimento da planta. As famílias mutantes no estágio M4 diferem do genótipo original 'BRS Querência' em tolerância ao frio, no início do estágio vegetativo. As famílias mutantes M36, M54 e M56 e 'BRS Querência' apresentam similaridade genética, o que indica falta de tolerância ao frio durante o início do estágio vegetativo. As famílias mutantes M17, M21, M22 e M26 são promissoras para programas de melhoramento genético de arroz, pois apresentam tolerância ao frio. A família mutante M30 apresenta o melhor desempenho em todas as características analisadas, o que indica tolerância ao frio no início do estágio vegetativo. Termos para indexação: Oryza sativa, variabilidade genética, mutação induzida, baixas temperaturas, mutagênico.
ARROZ ORYZA SATIVA GENÉTICA MUTAÇÃO INDUZIDA MUTAGÊNICO TEMPERATURA FRIO RESISTÊNCIA