01747nam a2200217 a 4500001001000000003000900010005001700019008003400036040005400070041000800124072000800132100002800140245003400168250001000202260005000212300001100262500008700273520111300360650002401473650003201497BS0002262BR-BrBNA20231108140733.0230308b |||||||| |||| 00| 0 por d aBR-BrBNAbporcBiblioteca Nacional de Agricultura apor aS911 aGarza, Cristina Rivera.1 aNinguém me verá chorar / 1 a1 ed.3 aSão Paulo, SP: bEditora Francis , c2005.  a260 p. aTradução de Ledusha B.A. Spinardi. Título original: Nadie me verá llorar. 3 aJoaquim Buitrago, ex-fotógrafo de prostitutas e retratista no sanatório de La Castaneda nos anos 1920, acredita ter identificado numa das pacientes, Matilda Burgos, uma prostituta que ele encontrara anos atrás num d05 prostíbulos da capital mexicana, La Modernidad. Sua obsessão em confirmar a identidade de Matilda faz com que ele tenha acesso às fichas médicas dela. Joaquín descobre que Matilda foi uma moça do campo, adotada por um tio, doutor, e que levava uma vida tranqüila até que Cástulo, um jovem revolucionário, escondeu-se das autoridades em seu quarto. Essa foi uma experiência reveladora para Matilda: a turbulência social a fez romper com o tio e refugiar-se junto a Diamantina Vicário, em cuja casa conspirações políticas começam a ebulir. A morte de Diamantina afeta Matilda tão gravemente que ela começa a vagar sem direção, afastando-se de suas origens, e tentando todo tipo de ocupações, inclusive a de prostituta. Quanto mais o fotógrafo vai conhecendo tais vicissitudes, mais se convence que Matilda e ele devem tentar viver juntos. aLITERATURA MEXICANA aLITERATURA LATINO AMERICANA