04416nab a2200253 i 4500003000900000005001700009008004100026040001800067072001400085100002400099100002500123100004700148100003200195100003500227245011900262500007600381520167500457520156302132650002103695650001203716650003503728773032003763856007904083BR-BrBNA20231018142331.0231018b2016 bl.qr|pooa||| 00| 0 por | aBR-BrBNAbpor aK50b0429 aRosa, Rafael Amorim aPaes, Juarez Benigno aSegundinho, Pedro Gutemberg de Alcântara aVidaurre, Graziela Baptista aOliveira, Ana Karla Freire de  aInfluências da espécie, tratamento preservativo e adesivos nas propriedades físicas do bambu laminado colado aPublicação on-line; 25 ref.; 3 tables; 5 illus.; Summaries (En, Pt) a RESUMO Este trabalho teve como objetivo avaliar as propriedades físicas de laminados colados de bambu quanto à espécie, tratamento preservativo e adesivos utilizados. Foram produzidas ripas com os bambus das espécies gigante (Dendrocalamus giganteus) e vulgar (Bambusa vulgaris) com idade superior a três anos. Uma parte das ripas foi imersa em água e a outra em solução de octaborato de dissódio tetra-hidratado (Na2 B8 O13.4H2O)- Timbor, com 2% de concentração, durante 15 dias. Depois de tratadas e secas ao ar, as ripas foram transformadas em taliscas com dimensões de 0,5 x 3,0 x 47 cm (espessura x largura x comprimento) e empregadas na confecção dos bambus laminados colados (BLCs). Os adesivos utilizados na colagem das taliscas foram à base de emulsão de isocianato polimérico (EPI), melamina-ureia-formaldeído (MUF), acetato de polivinila lincado (PVAc) e resorcinol-formaldeído (RF). Os tratamentos preservativos e os adesivos não influenciaram as densidades dos BLCs confeccionados com bambu-gigante. Para o bambu-vulgar, as densidades dos BLCs foram afetadas pelo tipo de adesivo. Observou-se que os BLCs confeccionados com bambu-gigante tiveram maior estabilidade dimensional que aqueles produzidos com bambu-vulgar. Os adesivos MUF e RF conferiram maior estabilidade dimensional aos BLCs produzidos com ambas as espécies de bambu. Os BLCs aderidos com EPI ou PVA tiveram maior delaminação, independentemente da espécie de bambu e tratamento preservativo empregado, não sendo indicados para usos externos. Palavras-chave: Dendrocalamus giganteus; Bambusa vulgaris; adesivos; caracterização física. a ABSTRACT This work aimed to evaluate the physical properties of laminated bamboo lumber - LBL in relation to species, preservative treatments and adhesive employed. Laths of Dendrocalamus giganteus and Bambusa vulgaris bamboos older than three years were produced cross-linked polyvinil acetate (PVAc) the other in solution of disodium octaborate tetrahydrate (Na2 B8 O134H2 O) - Timbor, with 2% concentration, during 15 days. After treated and air season, the laths were transformed into strips with dimensions of 0.5 x 3.0 x 45 cm (thickness x width x length) and employed in the manufacture of laminated bamboo lumbers. The adhesives used for gluing the strips were the basis of polymer isocyanate emulsion (PIE), melamine urea formaldehyde (MUF), polyvinyl acetate cross (PVAc) and resorcinol formaldehyde (RF). The preservative treatments and the adhesives did not influence the densities of LBLs manufactured with Dendrocalamus giganteus. For the Bambusa vulgaris, the densities of LBLs were affected by the type of adhesive. It was observed that the LBLs manufactured with Dendrocalamus giganteus had a higher dimensional stability than those produced with the Bambusa vulgaris. The MUF and RF adhesives have given greater dimensional stability to the BLCs produced with both species of bamboo. The LBLs adhered with EPI or PVA had greater delamination, regardless the species of bamboo and the preservative treatment, not being suitable for external uses. Keywords: Dendrocalamus giganteus; Bambusa vulgaris; adhesives; physical characterization. aBAMBUSA VULGARIS aADESIVO aPROPRIEDADE FÍSICO-QUÍMICA0 04065dSanta Maria-RS Universidade Federal de Santa Maria - Centro de Pesquisas Florestais.Departamento de Ciências Florestais. Programa de Pós-Graduação em Engenharia Florestal 1991o2023-436444tCiência Florestal (Brazil)x0103-9954; 1980-5098 (on-line)gv. 26(3) p. 913-924; (Jul-Sep 2016)wBR2023001228 uhttps://www.scielo.br/j/cflo/a/XF3SY6BZfQDyFWsbFrh6vHc/?format=pdf&lang=pt