TY - SER AU - Silva, Francisca Gleiciane da AU - Assis Junior, Raimundo Nonato de AU - Mesquita, Rosilene Oliveira AU - Marques, Edilaine da Silva AU - Mota, Jaedson Cláudio Anunciato TI - Gas exchanges and growth of maize as affected by aeration porosity and soil compaction KW - MILHO KW - ANÁLISE DO SOLO KW - POROSIDADE KW - AERAÇÃO DO SOLO KW - TROCA GASOSA KW - CRESCIMENTO N1 - Publicação on-line; 30 ref.; 4 tables; Summaries (En, Pt) N2 - ABSTRACT - Based on the hypothesis that less than 10% aeration porosity is sufficient to ensure plant development, the objective of this study was to evaluate the effect of levels of aeration porosity and soil density on the gas exchange and growth of maize plants. The experiment was conducted in a greenhouse, in randomized blocks in a 2 × 5 factorial arrangement: two densities (1.6 and 1.7 Mg m-3) and five aeration porosities (0.07, 0.08, 0.09, 0.10 and 0.12 m3 m-3), with five replicates. The interaction between the factors did not have an effect on the analyzed variables. Aeration porosity had a significant effect on photosynthesis, stomatal conductance, relative chlorophyll index (SPAD), plant height and biomass production, whose data were fitted by quadratic models. The highest aeration porosity reduced conductance by 11%, followed by 7% reduction in photosynthesis and 6.4% in SPAD. Aeration porosities lower than 0.10 m3 m-3 did not cause significant reduction in the values of gas exchange and growth of maize. At soil density of 1.7 Mg m-3, photosynthesis, SPAD, chlorophyll b, total chlorophyll and carotenoids were higher, but with no increments in biomass and leaf area. It is concluded that aeration porosities greater than 0.10 m3 m-3 are more limiting to plants due to changes in soil attributes, such as penetration resistance and water content. The highest contents of chlorophyll b and carotenoids at the highest density are acclimatization responses to the stress condition. Key words: Soil aeration. Physical quality. Ecophysiology. Zea mays L. ; RESUMO - Partindo da hipótese de que menos de 10% de porosidade de aeração são suficientes para garantir o desenvolvimento das plantas, o objetivo deste estudo foi avaliar o efeito de níveis de porosidades de aeração e densidade do solo nas trocas gasosas e no crescimento em plantas de milho. O experimento foi conduzido em casa de vegetação, em blocos aleatorizados no arranjo fatorial (2 × 5): duas densidades (1.6 e 1.7 Mg m-3) e cinco porosidades de aeração (0.07, 0.08, 0.09, 0.10 e 0.12 m3 m-3), com cinco repetições. A interação entre os fatores não causou efeito nas variáveis analisadas. Houve efeito significativo da porosidade de aeração na fotossíntese, condutância estomática, índice relativo de clorofilas (SPAD), altura de plantas e produção de biomassa, com ajustes ao modelo quadrático. A maior porosidade de aeração reduziu a condutância em 11%, seguido de 7% de redução na fotossíntese e 6.4% no SPAD. Porosidades de aeração menores que 0.10 m3 m-3, não causaram expressiva redução nos valores de trocas gasosas e crescimento do milho. Na densidade do solo de 1.7 Mg m-3 a fotossíntese, SPAD, clorofila b, total e de carotenoides foram maiores, mas sem incremento na biomassa e área foliar. Conclui-se que porosidades de aeração maiores que 0.10 m3 m-3 são mais limitantes às plantas em decorrência de modificações nos atributos do solo, como a resistência à penetração e o conteúdo de água. Os maiores teores de clorofila b e carotenoides na maior densidade são repostas de aclimatação à condição de estresse. Palavras-chave: Aeração do solo. Qualidade física. Ecofisiologia. Zea mays L UR - https://www.scielo.br/j/rca/a/rhRQWndsn94CVrKLXX5hpbR/?format=pdf&lang=en ER -