04702nab a2200349 i 4500003000900000005001700009008004100026040001800067072001400085072000800099100003500107100003500142100003900177100003300216100003000249100001900279100002600298100002700324245006800351500006600419520171200485520155402197650000903751650001903760650002303779650003203802773018203834856014704016856015804163942001604321999001504337BR-BrBNA20230821145126.0230530b2020 bl.ar|pooa||| 00| 0 por | aBR-BrBNAbpor aJ11b1720 aQ02 aNyari, Nádia Ligianara Dewes aNoel, Mathilde Agnès Liliane aMaillard, Olivia Caroline Catherin aAubert, Quentin Louis-Joseph aHardy, Vincent Alain Jean aGhiotti, Aline aBohm, Geverson Tobias aBohm, Sandra Ines Horn aEfeito do revestimento a base de quitosana no alho in natura  aPublicação on-line; 46 ref.; 3 illus.; Summaries (En, Pt) aAlho possui uma vida de prateleira extremamente curta, principalmente quando se retira a casca, que serve como barreira aos agentes externos favorecendo assim, ao aparecimento de agentes nocivos, contribuindo para a deterioração de forma mais rápida do alimento. Nesse sentido o objetivo desse estudo visa avaliar a potencialidade da quitosana como barreira de recobrimento comestível do alho in natura pós-colheita a fim de integrar a Agricultura familiar no desenvolvimento local e regional. Sendo avaliados as propriedades físico-químicas, tais como: massa, murchamento, umidade, cinzas, sólidos totais, matéria seca, acidez titulável, pH, proteína, lipídios, fibra bruta e índice industrial. Os resultados mostraram não haver diferença significativa (p < 0,05) entre os tratamentos. Observamos valores significativos de perda de massa da amostra com quitosana (QU) em média de 40% enquanto que a amostra padrão foi de 60%, sendo assim o revestimento teve o papel importante de proteção e de barreira física, diminuindo as trocas gasosas e perda de vapor d’água. Para a percentagem de bulbilhos chochos, pH, proteína, a umidade seguiu a mesma tendência, desempenhado um papel de manutenção das atividades enzimáticas, prolongando a vida útil e auxiliando a agricultura sustentável. Dentro do conceito da tecnologia de recobrimentos comestíveis e o uso da Quitosana ser ainda pouco explorada, especialmente usando como matéria prima alho in natura, possibilitou perceber o aumento significativo das propriedades físico química de tais produtos. Palavras-chave: Quitosana, Allium sativum L, vida de prateleira, tecnologia, recobrimento.  aEffect of chitosan based coating on garlic in natura. Garlic has an extremely short shelf life, especially when the peel is removed, which serves as a barrier to external agents, thus favoring the appearance of harmful agents, contributing to the faster deterioration of the food. In this sense, the objective of this study aims to evaluate the potential of chitosan as a barrier for edible coating of fresh garlic after harvest in order to integrate family farming in local and regional development. The physico-chemical properties are evaluated, such as: mass, wilt, humidity, ash, total solids, dry matter, titratable acidity, pH, protein, lipids, crude fiber and industrial index. The results showed that there was no significant difference (p < 0.05) between treatments. We observed significant values of mass loss of the sample with chitosan (QU) on average of 40% while the standard sample was of 60%, thus the coating had an important role of protection and physical barrier, reducing gas exchange and loss of water vapor. For the percentage of cut bulbils, pH, protein, moisture followed the same trend, playing a role in maintaining enzymatic activities, extending their useful life and helping sustainable agriculture. Within the concept of edible coatings technology and the use of Chitosan is still little explored, especially using raw raw garlic, it was possible to notice the significant increase in the physical and chemical properties of such products. Key words: Chitosan, Allium sativum L, shelf life, technology, coating. aALHO aALLIUM SATIVUM aVIDA DE PRATELEIRA aADOÇÃO DE INOVAÇÕES0 0182396918dItabuna-BA Comissão Executiva do Plano de Lavoura Cacaueira 1989o2023-124816tAgrotrópica (Brazil)x0103-3816gv. 32(2) p. 147-156; (May-Aug 2020)wBR2023000595 uhttps://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/ceplac/publicacoes/revista-agrotropica/artigos/2020-DOI-10.21757/0103-3816-2020v32n2p147-156.pdf uhttps://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/ceplac/publicacoes/revista-agrotropica/revista-volumes/2000-a-2010/revista-agrotropica-vol-32-no-2-2020.pdf cAnalítica c9250d9250