Garlich, N. Guarnieri, C.C.O. Freitas, R.L.G. Cervoni, J.H.C. Cruz, C. Ferreira, M.C.

Efficacy of imazamox with centrifugal energy spray nozzle on Eichhornia crassipes and economic analysis of control viability

Publicação on-line; 22 ref.; 3 tables; 1 illus.; Summaries (En, Pt)



ABSTRACT - The efficacy of imazamox to control Eichhornia crassipes with a
centrifugal energy spray nozzle at doses and volumes of spray solution and the costs
of mechanical and chemical control of aquatic plants were evaluated in this study.
Imazamox doses consisted of 200, 400, and 600 g a.i. ha-1, and spray solution volumes
consisted of 25, 50, and 100 L ha-1, with a control (without herbicide application) and
ten replications. Applications were performed with a centrifugal energy spray nozzle.
The evaluations were carried out considering the percentage of control at 7, 15, 21, and
30 days after application (DAA), and plant dry matter was measured at 30 DAA, as
well as leaf retention of spray solutions. An efficacy from 96 to 100% and plant dry
matter reduction from 88 to 100% was observed at 30 DAA using imazamox doses of
200, 400, and 600 g a.i. ha-1 and a spray solution volume of 50 L ha-1. Imazamox doses
and spray solution volumes were effective in controlling E. crassipes, except for
200 g a.i. ha-1 and 25 L ha-1, respectively. The highest leaf retention of E. crassipes was
0.010 mL cm2 at an imazamox dose of 400 g a.i. ha-1 and volume of 50 L ha-1. The cost of
chemical control was 20 times lower when compared to mechanical control, making it
economically more viable. These results are important for decision-making on which
method and application technology should be used to control E. crassipes.

Keywords: application technology, Eichhornia crassipes, common water hyacinth,
management.

RESUMO - Neste estudo foi avaliada a eficácia do imazamox para controle de
E. crassipes, com bico de pulverização de energia centrífuga em doses e volumes de
calda de pulverização e comparação do custo de controle mecânico e químico de
plantas aquáticas. Foram utilizadas as doses de 200, 400 e 600 g i.a. ha-1 de imazamox
e volumes de calda de 25, 50 e 100 L ha-1, além de um controle (sem aplicação do
herbicida), com dez repetições. As aplicações foram feitas com bico de pulverização
de energia centrífuga. As avaliações foram realizadas por porcentagem de controle
em 7, 15, 21 e 30 dias após a aplicação (DAA), e a massa seca das plantas foi
mensurada aos 30 DAA, assim como a retenção foliar das caldas de pulverização.
Aos 30 DAA, em 200, 400 e 600 g i.a. ha-1 e 50 L ha-1, ocorreu eficácia de 96% a
100% e redução da massa seca das plantas de 88% a 100%. As doses e volumes de
calda do imazamox foram eficazes no controle de E. crassipes, exceto 200 g i.a. ha-1
e 25 L ha-1. A maior retenção foliar do aguapé foi de 0,010 mL cm² na concentração
de 400 g i.a. ha-1 e 50 L ha-1. O custo do controle químico foi 20 vezes menor que o
mecânico, o que o torna economicamente mais viável que este. Esses resultados são
importantes para a tomada de decisão sobre qual método e tecnologia de aplicação
devem ser utilizados no controle de E. crassipes.

Palavras-chave: tecnologia de aplicação, Eichhornia crassipes, aguapé, manejo.


PULVERIZADOR
EICHHORNIA CRASSIPES
BARONESA
CONTROLE QUÍMICO
CONTROLE MECÂNICO