000 04255nab a2200265 i 4500
003 BR-BrBNA
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008 240507b bl.||||| |||| 00| 0 por d
040 _aBR-BrBNA
_bpor
072 _aF60
100 _aPompilho, W.M.
100 _aMarcondes, H.C.
100 _aOliveira, T.T.
245 _aBioatividade de três espécies vegetais nativas da Floresta Atlântica brasileira frente ao microcrustáceo Artemia salina
500 _aPublicação on-line; 36 ref.; 3 illus.; 4 tables; Summaries (En, Pt)
520 _a RESUMO: Este trabalho teve por objetivo a investigação fitoquímica e propriedades antioxidantes de extratos das folhas de Trigynaea oblongifolia Schltdl (Annonaceae), Ottonia frutescens Trel (Piperaceae), e Bathysa australis (St Hill) Hooz (Rubiaceae), bem como avaliar, in vitro, a letalidade frente ao microcrustáceo Artemia salina Leach. Os extratos foram preparados por maceração em metanol 10% (p/v) por sete dias, à temperatura ambiente. A atividade antioxidante dos extratos foi determinada pela metodologia que utiliza o radical estável DPPH. A toxicidade dos extratos foi avaliada frente ao microcrustáceo A. salina. Os extratos de O. frutescens e B. australis apresentaram as seguintes classes de metabólitos secundários: Alcalóides, Antraquinonas, Cumarinas, Polifenóis (Taninos), Saponinas. Nos extratos de T. oblongifolia, além dos metabólitos citados anteriormente, foi detectada a presença de Flavonóides. A atividade antioxidante, observada em 30 minutos na concentração de 24 µg/mL de extrato, foi de: O. frutescens - 38,3%, T. oblongifolia - 32,3%, e B. australis - 32,1%. A Concentração Letal, CL50, dos extratos em A. salina foi de: O. frutescens - 149,75 ± 1,02 µg/mL, T. oblongifolia - 148,8 ± 1,74 µg/mL, e B. australis - 684 ± 9,04 µg/mL. Neste contexto, destacamos as espécies, nativas da Floresta Atlântica, O. frutescens e T. oblongifolia de grande potencial na bioprospecção de moléculas biologicamente ativas. Palavras-Chave: Artemia salina, Bioprospecção, Atividade Antioxidante, Floresta Atlântica.
520 _a ABSTRACT: Bioactivity of three plant species native to the Brazilian Atlantic Forest front of microcrustacean Artemia salina. This study aimed to carry out phytochemical and antioxidant properties, and assess, in vitro, the lethality of a leaf extract Trigynaea Schltdl oblongifolia Schltdl (Annonaceae), Ottonia frutescens Trel (Piperaceae), Bathysa australis (St Hill) Hooz (Rubiaceae) front of the microcrustaceans Artemia salina Leach. Extracts were prepared by soaking in 10% methanol (w/v) for seven days at room temperature. The antioxidant activity of extracts was determined by the stable radical DPPH method. The toxicity of the extracts was evaluated against the microcrustaceans A. saline. Extracts of O. frutescens and B. australis showed the following classes of secondary metabolites: Alkaloid, Anthraquinones, Coumarins, polyphenols (tannins), Saponin. The extracts from T. oblongifolia, besides the aforementioned metabolites the presence of flavonoids was detected. The antioxidant activity was observed in 30 minutes, the concentration 24 mg/mL of extract was: O. frutescens - 38.3%, T oblongifolia - 32.3%, and B. australis - 32.1%. The lethal concentration, LC50, extracts of A. salina was: O. frutescens - 149.75 ± 1.02 mg/mL, T. oblongifolia - 148.8 ± 1.74 mg/mL, and B. australis - 684 ± 9.04 mg/mL. In this context, we highlight the species, native to the Atlantic Forest, O. frutescens and T. oblongifolia great potential in bioprospecting of biologically active molecules. Keywords: Artemia salina, Bioprospecting, Antioxidant Activity, Atlantic Forest.
650 _aARTÊMIA SALINA
650 _aANTIOXIDANTE
650 _aFLORESTA AMAZÔNICA
773 0 _03543
_9315062
_dBotucatu-SP Instituto de Biociências - Departamento de Química e Bioquímica 1998
_o2024-1315
_tRevista Brasileira de Plantas Medicinais (Brazil)
_x1516-0572
_gv. 16(3) p. 473-480; (2014)
_wBR2024000725
856 _uhttps://www.scielo.br/j/rbpm/a/NyLBbDwyLQbSHYc64jGPjwf/?format=pdf&lang=pt
942 _cAnalítica
999 _c299468
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