000 04184nab a2200373 i 4500
003 BR-BrBNA
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008 240801b2017 bl.|r|pooa||| 00| 0 por |
040 _aBR-BrBNA
_bpor
072 _aL70
_b5600
100 _aRodrigues, D.F.
100 _aMendes, F.F.
100 _aMenezes, L.B.
100 _aCarvalho, W.L.
100 _aSá, S.
100 _aSilva, J.A.
100 _aL.A. Souza
100 _aL.A.F. Silva
245 _aTratamento de feridas excisionais de coelhos com extrato de barbatimão associado a células mononucleares autólogas da medula óssea
500 _aPublicação on-line; 23 ref.; 2 illus.; Summaries (En, Pt)
520 _a RESUMO - Objetivou-se com este estudo avaliar o processo de cicatrização de feridas de coelhos tratadas com extrato de barbatimão (S. adstringens) associado a células mononucleares autólogas da medula óssea (CMMO). Utilizaram-se 20 coelhos, distribuídos em quatro grupos: B, extrato de barbatimão; CB, CMMO com extrato de barbatimão; CS, CMMO com solução fisiológica; S, solução fisiológica. Foi avaliada a presença de crosta, hiperemia, secreção, hemorragia, reepitelização, área da ferida e tempo de cicatrização. No terceiro, sétimo, 14º e 21º dias pós-operatório, realizou-se a biópsia das feridas e avaliaram-se os indicadores dos processos de inflamação e de reparo, com destaque para o colágeno, na coloração picrosírius, bem como de proliferação celular, na coloração AgNOR. Houve maior deposição de fibras colágenas nos grupos B e CB (P=0,00003) e formação de crostas mais espessas no sétimo dia, com fibras colágenas mais organizadas no 21º dia. Conclui-se que o barbatimão estimula a produção de fibras colágenas e promove a formação de crostas mais espessas sobre a ferida na fase inicial da cicatrização e, na fase de remodelação, favorece a orientação das fibras colágenas. Além disso, a associação desse fitoterápico com CMMO não estimula a cicatrização de feridas. Palavras-chave: AgNOR, cicatrização, colágeno, Stryphnodendron adstringens, terapia celular
520 _a ABSTRACT - This study aimed to evaluate the healing process of wounds of rabbits in response to treatment with barbatiman extract (S. adstringens) associated with autologous mononuclear bone marrow cells (BM-MNC). We used 20 rabbits, divided into four groups: B, 10% barbatiman extract with 9.48% of total tannins; CB, BM-MNC with barbatiman extract; CS, BM-MNC with NaCl 0.9% solution; S, NaCl 0.9% solution. Clinical evaluation was performed by observing the presence of crust, redness, discharge, bleeding, re-epithelialization, the wound area and healing time in days. In the third, seventh, 14th and 21st postoperative days wounds were biopsied for microscopic evaluation of inflammation and repair process indicators, especially collagen, in picrosirius staining, and cell proliferation, in AgNOR staining. There was a greater deposition of collagen fibers in groups B and CB (p=0.00003) on the seventh day and formation of thicker crusts, and more organized collagen fibers on the 21st day in these groups. In conclusion, in the initial phase of healing, barbatiman extract stimulates the production of collagen fibers and promotes the formation of more exuberant crusts on the wounds and remodeling phase favors the orientation of collagen fibers, but when combined with BMMC does not stimulate wound healing in rabbits. Keywords:AgNOR, cell therapy, collagen, wound healing, Stryphnodendron adstringens
650 _aCOELHO
650 _aLESÃO
650 _aCICATRIZAÇÃO
650 _aCOLÁGENO
650 _aALOPATIA
650 _aEXTRATO VEGETAL
650 _aBARBATIMÃO
773 0 _01643
_9316243
_dBelo Horizonte-MG Universidade Federal de Minas Gerais - Escola de Veterinaria 1983
_o2024-2644
_tArquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia (Brazil)
_x0102-0935
_gv. 69(5) p. 1243-1250; (2017)
_w2024002205
856 _uhttps://www.scielo.br/j/abmvz/a/ysZBQb8gRGzQNXMbP5CLfrr/?format=pdf&lang=pt
942 _cAnalítica
999 _c300710
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