000 04092nab a2200361 i 4500
003 BR-BrBNA
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008 240905b2018 bl.|r|pooa||| 00| 0 por |
040 _aBR-BrBNA
_bpor
072 _aL74
_b5300
072 _aL70
100 _aSchmitt, B.
100 _aSerafini, G.M.C.
100 _aLibardoni, R.N.
100 _aSouza, F.W.
100 _aFeranti, J.P.S.
100 _aCauduro, C.R.
100 _aAmaral, A.S.
100 _aBrun, M.V.
245 _aEnsaio biomecânico para determinação do diâmetro de barra conectora de polimetilmetacrilato em fixador esquelético externo tipo Ia no úmero de suínos
500 _aPublicação online; 26 ref.; 4 illus.; Summaries (En, Pt)
520 _a RESUMO - Fraturas ósseas podem ser corrigidas com a utilização de fixadores esqueléticos externos (FEE), método de estabilização bastante comum. Para tanto, têm-se utilizado barras conectoras de polimetilmetacrilato (PMMA) sem critério de diâmetro, as quais podem quebrar, se ficarem muito delgadas, ou ocasionar incômodo, quando muito pesadas e volumosas. O objetivo deste trabalho foi testar, por meio de ensaio biomecânico de compressão axial e flexão, qual é o diâmetro ideal da barra conectora de PMMA, correlacionado com o diâmetro ósseo para utilização em FEE tipo Ia. Utilizaram-se 24 úmeros para se realizarem medidas de comprimento, diâmetro, circunferência e ensaios biomecânicos. Após, foram confeccionadas barras de 1,5 vezes a média do diâmetro ósseo (grupo I), do mesmo diâmetro ósseo (grupo II) e de 0,5 vezes o diâmetro (grupo III). Com os resultados obtidos ao se compararem os valores dos ossos com os dos grupos II e III, verificou-se que as barras conectoras do grupo II mostraram-se mais resistentes do que o tecido ósseo no ensaio de compressão. No ensaio de flexão, os ossos resistiram mais quando comparados aos grupos II e III, sendo 4,3 vezes mais resistentes do que o grupo III nesse mesmo ensaio mecânico. Os resultados permitem um direcionamento para confecção de barras considerando-se o diâmetro ósseo como referência. Palavras-chave: suínos, resina acrílica, resistência, compressão axial, flexão
520 _a ABSTRACT - Bone fractures can be corrected from external skeletal fixators (ESF) in a fairly common internal stabilization method, in which connector bars polymethylmethacrylate (PMMA) is used. PMMA is used without criterion of diameter, and it can break if it is too thin or too heavy. It can be uncomfortable when bulky. The aim of this study was to test, through biomechanical axial compression and bending which is the ideal connector bar diameter PMMA, correlated to bone diameter for use in type Ia ESF. Twenty-four humerus were used to make measurements of length, diameter, circumference, and biomechanical testing. After the bars confected with 1.5 times the average diameter of the bone (group I), the same diameter (group II) and 0.5 times the diameter of the bone (group III). With the obtained results, using GII and GIII results, it was observed that the connector bars in group II were more resistant than the bones in the compression test. In the bending test, the bones resisted flexion strength when compared to group III and the group II was 4.3 times more resistant than group III in the same mechanical test. The results allow a direction for making bars considering bone diameter as a reference. Keywords: swine acrylic resin, resistance, axial compression, bending
650 _aSUÍNO
650 _aOSSO
650 _aFRATURA
650 _aDISTÚRBIO FISIOLÓGICO
650 _aVETERINÁRIA
773 0 _01643
_9317735
_dBelo Horizonte-MG Universidade Federal de Minas Gerais - Escola de Veterinaria 1983
_o2024-4450
_tArquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia (Brazil)
_x0102-0935
_gv. 70(3) p. 779-786; (2018)
_wBR2024002464
856 _uhttps://www.scielo.br/j/abmvz/a/qPTgbz8PWdYkRdS6PJkzLkz/?format=pdf&lang=pt
942 _cAnalítica
999 _c301128
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