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003 BR-BrBNA
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040 _aBR-BrBNA
_beng
072 _aL73
_b5400
072 _aL70
100 _aSilva, Andréia Ferreira da
100 _aDamasceno, Ágatha Rossanni Alves
100 _aPrado, Welton Seabra
100 _aCaldeira, Rossela Damasceno
100 _aSampaio-Junior, Francisco Dantas
100 _aFarias, Diana Maria de
100 _aSilva, Laís Cristina Oliveira da
100 _aGuimarães, Ricardo José de Paula Souza e
100 _aGóes-Cavalcante, Gustavo
100 _aScofield, Alessandra
245 _aLeishmania infantum infection in dogs from maroon communities in the Eastern Amazon
500 _aPublicação on-line; 22 ref.; Sumaries (En, Pt)
520 _a ABSTRACT - This study was designed to detect L. infantum infection in dogs and to evaluate the factors associated with canine visceral leishmaniasis in the maroon communities of Menino Jesus de Petimandeua and Itaboca in the municipality of Inhangapi, Pará, Brazil. Whole blood and intact skin samples were collected from 143 dogs, and a questionnaire was applied. L. infantum DNA was detected by polymerase chain reaction (PCR) using primers RV1 and RV2. Collection sites were georeferenced to obtain a spatial distribution of the residences visited and infected dogs. L. infantum DNA was detected in 8.4% (12/143) of the skin samples and in 1.4% (2/143) of the blood samples. On the risk map, three clusters were observed in Itaboca and one was observed in Menino Jesus de Petimandeua. We observed that most of the inhabitants in these maroon communities live close to forested areas and do not use protection against insect vectors. The presence of canine reservoirs of L. infantum associated to environment characteristics (preserved forests and deforested areas) and habits of dog owners (living near forested areas and not using any protection against insects) may favor the transmission of L. infantum in the studied areas. Key words: Leishmania infantum, maroon communities, dog, PCR, Eastern Amazon.
520 _a RESUMO - O presente estudo objetivou detectar a infecção por Leishmania infantum em cães e avaliar os fatores associados com a leishmaniose visceral canina nas comunidades quilombolas Menino Jesus de Petimandeua e Itaboca, município de Inhangapi, Pará, Brasil. Foram coletadas amostras de sangue e de pele íntegra de 143 cães, sendo aplicado um questionário. A detecção do DNA de L. infantum foi realizada através da PCR com os iniciadores RV1 e RV2. Os locais de coleta foram georreferenciados para realizar a distribuição e análise espacial das residências visitadas e dos cães infectados. DNA de L. infantum foi detectado em 8,4% (12/143) das amostras de pele dos cães e em 1,4% (2/143) das amostras de sangue. No mapa de risco, foram observados três aglomerados em Itaboca e um em Menino Jesus de Petimandeua. Pôde-se constatar que a maioria dos moradores das comunidades quilombolas reside em áreas próximas de mata e não utilizam proteção contra insetos vetores. A presença de reservatórios caninos de L. infantum associada com características ambientais (floresta preservada e áreas de desmatamento) e os hábitos dos proprietários dos cães (que vivem perto de áreas de floresta e não usam qualquer tipo de proteção contra insetos) podem favorecer a transmissão de L. infantum nas áreas estudadas. Palavras-chave: Leishmania infantum, comunidades quilombolas, cão, PCR, Amazônia Oriental
650 _aCÃO
650 _aZOONOSE
650 _aLEISHMANIOSE
650 _aVETERINÁRIA
773 0 _02408
_9346527
_dSanta Maria-RS Universidade Federal de Santa Maria - Centro de Ciências Rurais 1991
_o2024-7198
_tCiência Rural (Brazil)
_x0103-8478 Versão online ISSN 1678-4596
_gv. 47(1) p.1 - 6; (2017)
_wBR2024003459
856 _uhttps://www.scielo.br/j/cr/a/pG4vKGxsg6zpjVwzPxtPFQP/?format=pdf&lang=en
942 _cANA
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