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040 _aBR-BrBNA
_beng
072 _aQ02
_b1116
100 _aBertagnolli, Silvana Maria Michelin
100 _aBernardi, Gabrieli
100 _aDonadel, Jossiê Zamperetti
100 _aFogaça, Aline de Oliveira
100 _aWagner, Roger
100 _aPenna, Neidi Garcia
245 _aNatural sparkling guava wine: volatile and physicochemical characterization
500 _aPublicação on-line; 28 ref.; Sumaries (En, Pt)
520 _a ABSTRACT: Although different tropical fruit species have been used in the development of fermented beverages, there are only few references in the literature to the production of natural sparkling wines from fruits other than grapes. In this sense, the objective of the present research was the development and physicochemical and volatile characterization of a natural sparkling guava wine produced by the champenoise method. Volatile compounds were identified by gas chromatography coupled to mass spectrometry using the headspace solid-phase microextraction (HS-SPME) technique on samples. Eighty-nine volatile compounds were detected, of which 51 were identified. Esters were the predominant class of volatile compounds (a total of 26), followed by alcohols (10), terpenes (9), ketones (3), and acids (3). Volatile compounds with possible odoriferous activity were reported in the beverage, including ethyl octanoate, ethyl 5-hexenoate, phenethyl acetate, (E)-β-damascenone, (E)-ethyl cinnamate, 2-methyl butyl acetate, 3-methylbutanol, ethyl 3-(E)-hexenoate, and methyl 5-hexenoate. Natural sparkling guava wine produced showed a complex composition of fruity and floral aromas. Furthermore, the use of the champenoise method, traditionally applied to grapes, enabled the manufacture of a natural sparkling guava wine with physicochemical characteristics equivalent to those of sparkling wines made from grapes. Key words: fermentation, Psidium guajava L., volatile compounds, gas chromatography.
520 _a RESUMO: Diferentes frutos tropicais vêm sendo utilizados para o desenvolvimento de bebidas fermentadas, porém na bibliografia consultada há poucas referências sobre a produção de espumantes naturais de outras frutas diferentes da uva. Nesta perspectiva, o objetivo deste trabalho foi o desenvolvimento e a caracterização físico-química e volátil de um espumante natural de goiaba produzido pelo método champenoise. A determinação dos compostos voláteis foi realizada por cromatografia em fase gasosa acoplada a espectrometria de massas utilizando a técnica de microextração em fase sólida no headspace (HS-SPME) das amostras. Foram detectados 89 compostos voláteis, dos quais 51 foram identificados. Os ésteres foram os compostos voláteis predominantes em número, totalizando 26 compostos, seguido pelos álcoois (10), terpenos (9), cetonas (3) e ácidos (3). Compostos voláteis com possível atividade odorífera foram encontrados na bebida, dentre eles os ésteres octanoato de etila, 5-hexenoato de etila, cetato de fenetila, (E)-β-damascenona, (E)-cinamato de etila, acetato de 2-metil butila, 3-metil butanol, 3-(E)-hexenoato de etila e o 5-hexenoato de metila. O espumante natural produzido apresentou uma composição complexa de aroma frutado e floral. Além disso, a utilização do método tradicionalmente aplicado a uvas, o champenoise, proporcionou a fabricação de um espumante natural de goiaba com características físico-químicas equivalentes aos espumantes elaborados a partir de vinho. Palavras-chave: fermentação, Psidium guajava L., compostos voláteis, cromatografia em fase gasosa.
650 _aGOIABA
650 _aFRUTA TROPICAL
650 _aFERMENTAÇÃO
650 _aCOMPOSTO VOLÁTIL
650 _aCROMATOGRAFIA GASOSA
773 0 _02408
_9346535
_dSanta Maria-RS Universidade Federal de Santa Maria - Centro de Ciências Rurais 1991
_o2024-7206
_tCiência Rural (Brazil)
_x0103-8478 Versão online ISSN 1678-4596
_gv. 47(9) p. 1-7; (2017)
_wBR2024004753
856 _uhttps://www.scielo.br/j/cr/a/zd6nNNNyj4XLpSbqHFqDbDz/?format=pdf&lang=en
942 _cANA
999 _c329943
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