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003 BR-BrBNA
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008 250221b2020 bl.ar|pooa||| 00| 0 eng |
040 _aBR-BrBNA
_beng
072 _aJ12
_b3140
100 _aSouza, Sara Freitas de
100 _aPaes, Juarez Benigno
100 _aArantes, Marina Donária Chaves
100 _aSilva, Luciana Ferreira da
100 _aDudecki, Larissa
245 _aEFFICIENCY OF ANDIROBA, COPAIBA AND JATROPHA OILS TO IMPROVE THE RESISTANCE OF Pinus elliottii WOOD TO WOOD-DECAY FUNGI
500 _aPublicação on-line; 35 ref.; 5 tables; Sumaries (En, Pt)
520 _a ABSTRACT – Non-renewable chemical products are still the most used for wood protection, however, they have negative aspects. Several problems associated with the extensive use of these substances have been reported, such as intoxication of animals and plants, and environmental contamination. This has led to a search for alternative methods of control that cause less impact on the environment. In this context, the use of natural products extracted from diff erent plants can be an alternative to this industrial activity. The objective of this work was to evaluate the effi ciency of andiroba, copaiba and jatropha oils, either pure or enriched with iodine (I2 ), to improve the biological resistance of Pinus elliottii wood to wood-decay fungi causing brown, white and soft rot. The andiroba and copaiba oils came from the state of Pará and the jatropha oil came from Paraíba. Thus, we performed resistance tests to accelerated decay (brown and white rot fungi) and soft rot tests in the laboratory. We used pure natural oils and those enriched with sublimated iodine in assessing effi ciency. In turn, we evaluated the eff ects of volatilization and leaching on the effi ciency of solutions against decaying fungi. Pure andiroba and jatropha oils were the least effi cient in controlling the Trametes versicolor fungus in the accelerated decay biological assay. Moreover, the wood treated with pure copaiba oil (normal situation) was classifi ed as non-resistant for controlling Postia placenta fungus. In the soft rot test, we observed that there was a tendency to improve the wood resistance (normal situation) with an increase in the iodine concentration (I2). Keywords: Vegetable oils; Xylophagous fungi; Biological assays.
520 _a RESUMO – Os produtos químicos não renováveis ainda são os mais utilizados para proteção da madeira, porém possuem aspectos negativos. Diversos problemas associados ao uso extensivo dessas substâncias são relatados, como a intoxicação de animais e plantas e contaminação ambiental. Isto tem levado à procura por métodos alternativos de controle que ocasionem menor impacto ao ambiente. Neste contexto, o uso de produtos naturais extraídos de diferentes plantas pode ser alternativa a esta atividade industrial. O objetivo desse trabalho foi avaliar a eficiência dos óleos de andiroba, copaíba e pinhão manso, puros ou enriquecidos com iodo (I2) para melhorar a resistência biológica da madeira de Pinus elliottii a fungos apodrecedores, causadores das podridões parda, branca e mole. Os óleos de andiroba e copaíba foram oriundos do estado do Pará e o de pinhão-manso da Paraíba. Foram realizados os ensaios de resistência ao apodrecimento acelerado em laboratório (fungos de podridão parda e branca) e ensaio de podridão mole. Na avaliação da eficiência, os óleos naturais foram empregados puros e enriquecidos com iodo sublimado. Foram avaliados os efeitos da volatilização e lixiviação na eficiência das soluções contra os fungos aprodrecedores. No ensaio biológico de apodrecimento acelerado, os óleos de andiroba e pinhão manso puros foram os menos eficientes no controle do fungo Trametes versicolor. No controle do fungo Postia placenta, a madeira tratada com o óleo de copaíba puro (situação normal) foi classificada como não resistente. No ensaio de podridão mole observou-se que com o aumento da concentração de iodo (I2 ) houve tendência de melhoria da resistência da madeira (situação normal). Palavras-Chave: Óleos vegetais; Fungos xilófagos; Ensaios biológicos.
650 _aPINHEIRO
650 _aMADEIRA
650 _aFUNGO
650 _aÓLEO VEGETAL
650 _aANDIROBA
650 _aCOPAÍBA
650 _aPROTEÇÃO FLORESTAL
773 0 _0812
_9346927
_dViçosa-MG Sociedade de Investigações Florestais - Universidade Federal de Viçosa. Depto. de Engenharia Florestal 1977
_o2024-7725
_tRevista Árvore (Brazil)
_x0100-6762
_gv. 44 p. 1-10 ; (2020)
_wBR2024004810
856 _uhttps://www.scielo.br/j/rarv/a/ZRH83xcsBFp5BNBhhmB3DyL/?format=pdf&lang=en
942 _cANA
999 _c330088
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