000 04344nab a2200313 i 4500
003 BR-BrBNA
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008 250312b2017 bl.|r|pooa||| 00| 0 por |
040 _aBR-BrBNA
_bpor
072 _aL70
100 _aBatista, J.M.S.
100 _aClementino, E.L.
100 _aNascimento, T.P.
100 _aLima, G.M.S.
100 _aPorto, T.S.
100 _aPorto, A.L.F.
100 _aPorto, C.S.
245 _aProdução e caracterização de protease fibrinolítica de Streptomyces parvulus DPUA 1573
500 _a Publicação online; 23 ref.; 3 tables; Summaries (En, Pt)
520 _a RESUMO - As proteases fibrinolíticas são capazes de degradar coágulos de fibrina formados dentro dos vasos sanguíneos, evitando a trombose intravascular. Em animais, a tromboflebite, que acomete frequentemente os equinos, ocasiona, em seus casos graves, a obstrução jugular e também um edema de laringe, derivando a obstrução das vias aéreas, o que possibilita um edema cerebral, ocorrendo o óbito do animal. Devido ao fato de o tratamento ser de custo elevado, faz-se necessária a investigação de outras fontesde proteases fibrinolíticas com custos menores e com menos efeitos colaterais. Diante disso, este estudo tem como objetivo produzir e caracterizar proteases fibrinolíticas obtidas de Streptomyces parvulus DPUA 1573. Para produção da enzima, foi utilizado um planejamento fatorial 24 avaliando a concentração da farinha de soja (0,5, 1,0 e 1,5%) e da glicose (0, 0,5 e 1,0g/L), temperatura (28, 32 e 37ºC) e agitação (150, 200 e 250rpm) sobre a biomassa e a atividade fibrinolítica. Pode-se verificar que a protease fibrinolítica apresentou atividade máxima (835U/mL) nas condições de concentração de 1,5% de soja, 1g/L de glicose, 28°C e 150rpm com 48 horas de fermentação. A protease fibrinolítica obtida teve temperatura e pH ótimos de 55°C e pH 9,0, respectivamente. A atividade enzimática foi inibida pelo EDTA, pelo íon Fe2+ e pelo SDS, o que indicou a enzima ser uma metaloprotease. A linhagem Streptomyces parvulus DPUA 1573 foi capaz de produzir protease fibrinolítica, possuindo características bioquímicas favoráveis à aplicação na medicina veterinária e possivelmente humana. Palavras-chave: Streptomyces parvulus, proteases fibrinolíticas, fermentação submersa
520 _a ABSTRACT - Fibrinolytic proteases are able to degrade fibrin clot formed in the blood vessel, avoiding intravascular thrombosis. In animals, thrombophlebitis often affects horses, and in severe cases causes obstruction of the jugular and laryngeal edema leading to airway obstruction allowing cerebral edema resulting in the death of the animal. Since treatment is costly, the investigation of other sources of fibrinolytic proteases at lower cost and with fewer side effects is needed. Thus, this study aims to produce and characterize fibrinolytic proteases from Streptomyces parvulus DPUA 1573. For enzyme production, a factorial design was performed to evaluate 2 4 soybean flour concentration (0.5, 1.0 and 1.5%) and glucose (0, 0.5 and 1.0g/L), temperature (28, 32 and 37°C) and agitation (150, 200 and 250rpm) on biomass and fibrinolytic activity. Fibrinolytic protease showed maximum activity (835 U/mL) under these conditions: 1.5% soybean flour, 1g/L glucose, 28°C, and 150rpm 48 hours of fermentation. The optimal temperature was 55°C and optimal pH was 9.0. Fibrinolytic protease activity was inhibited by EDTA, the ion Fe2+, and by SDS, which indicated that the enzyme is a metalloprotease. The strain Streptomyces parvulus DPUA 1573 was able to produce fibrinolytic protease with biochemical characteristics favorable for application in veterinary and human medicine. Keywords: Streptomyces parvulus, fibrinolytic protease, submerged fermentation
650 _aPROTEÍNA
650 _aBIOQUÍMCA
650 _aVETERINÁRIA
773 0 _01643
_9348913
_dBelo Horizonte-MG Universidade Federal de Minas Gerais - Escola de Veterinaria 1983
_o2025-1430
_tArquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia (Brazil)
_x0102-0935
_gv. 69(1) p. 123-129; (2017)
_wBR2024004685
856 _uhttps://www.scielo.br/j/abmvz/a/yqfhWTxdVQrvkJtGV6LtJ4f/?format=pdf&lang=pt
942 _cANA
999 _c330359
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