000 04691nab a2200313 i 4500
003 BR-BrBNA
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008 250325b2016 bl.qr|pooa||| 00| 0 por |
040 _aBR-BrBNA
_bpor
072 _aF63
100 _aMatias, Raphael
100 _aOliveira, Alexandre Silva de
100 _aFurtado, Marco Túlio
100 _aSá, Túlio
100 _aRodrigues, Ebenézer Barbosa
100 _aOliveira, Paulo Eugênio de
100 _aConsolaro, Hélder
245 _aSistema reprodutivo atípico de duas espécies de Rubiaceae: distilia com autoincompatibilidade parcial no morfo brevistilo?
500 _aPublicação on-line; Bibliography p. 366-368 (52 ref.); 2 tables; 2 illus.; Summaries (En, Pt)
520 _a Resumo Espécies distílicas possuem populações com dois morfos florais. O morfo longistilo possui flores com pistilos longos e estames curtos e o morfo brevistilo, pistilos curtos e estames longos. Normalmente, os morfos apresentam um sistema heteromórfico de incompatibilidade e os morfos estão em uma razão de 1:1 (isopletia) nas populações. Diferentes variações podem ser encontradas em espécies distílicas, como a presença de autocompatibilidade, anisopletia e variações no nível de reciprocidade entre anteras e estigmas dos dois morfos. O objetivo desse trabalho foi investigar a ocorrência das características distílicas em duas espécies de Rubiaceae. Para isso, a razão dos morfos, a hercogamia recíproca, o sistema de incompatibilidade e os visitantes florais de Psychotria deflexa e Declieuxia fruticosa foram estudados. Ambas as espécies apresentaram os dois morfos em proporção semelhante, altos valores de reciprocidade entre a altura dos verticilos sexuais dos morfos florais e apenas insetos como visitantes florais. O morfo brevistilo das duas espécies apresentou autoincompatibilidade parcial. Dentro de Rubiaceae, mesmo em grupos filogenéticos distintos, o relaxamento ou quebra da distilia parece ocorrer em padrões similares e comumente tal variação é mais comum no morfo longistilo. Para as espécies estudadas, mesmo com a pseudocompatibilidade do morfo brevistilo, as populações apresentaram proporção igual dos morfos, indicando que fatores como a alta hercogamia recíproca e, possivelmente, o serviço de polinização podem promover a manutenção da isopletia característica da distilia. Palavras-chave: heterostilia, isopletia, polimorfismo floral, polinização, sistema de incompatibilidade. Abstract Distylous species have populations with two floral morphs. The pin morph has long pistils and short stamens while the thrum morph presents short pistils and long stamens. Usually heterostylous plants present a diallelic system of incompatibility and morphs occur in a 1:1 ratio (isoplethy) in the populations. Different forms of variations occur in distylous species, such as the presence of self-compatibility, anisoplethy and variation in the reciprocity level between anthers and stigmas of the two floral morphs. The aim of this study was to investigate the occurrence of the distylous characteristics in two Rubiaceae species. For this purpose, morph ratio, reciprocal herkogamy, incompatibility system and flower visitors of Psychotria deflexa and Declieuxia fruticosa were studied. Both species have the two floral morphs in equal ratio, high reciprocity values for height of the reproductive whorls of the floral morphs and were visited only by insects. However, the thrum morph on both species presented partial self-incompatibility. Within the Rubiaceae, even in distinct phylogenetic groups, weakening or breakdown of distyly seems to occur in similar patterns, but deviations in the incompatibility system have been mostly recorded for the pin morph of distylous species. In the studied species the populations had equal morph ratio despite the pseudocompatibility of the thrum morph, which indicates that factors such as high reciprocal herkogamy and possibly efficient pollination services could promote the maintenance of distyly in these species. Key words: heterostyly, isoplethy, floral polymorphism, pollination, incompatibility system.
650 _aPOLIFORMISMO
650 _aPOLINIZAÇÃO
650 _aREPRODUÇÃO VEGETAL
650 _aRUBIACEAE
773 0 _0709
_9349362
_dRio de Janeiro-RJ Jardim Botanico do Rio de Janeiro 1935
_o2025-1881
_tRodriguésia (Brazil)
_x0370-6583; 2175-7860 on-line
_gv. 67(2) p. 357-368; (2016)
_wBR2025000307
856 _uhttps://www.scielo.br/j/rod/a/gC3V8hzxbyHjn4C5vfRGLsd/?format=pdf&lang=pt
942 _cANA
999 _c330638
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