000 04859nab a2200361 i 4500
003 BR-BrBNA
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008 250331b2019 bl.ar|pooa||| 00| 0 por |
040 _aBR-BrBNA
_bpor
072 _aQ04
100 _aSilva, Semirames do Nascimento
100 _aSilva, Polyana Barbosa da
100 _aSilva, Raphaela Maceió da
100 _aSilva, Luis Paulo Firmino Romão da
100 _aBarroso, Antônio Jackson Ribeiro
100 _aAlmeida, Francisco de Assis Cardoso
100 _aGomes, Josivanda Palmeira
245 _aComposição físico-química e colorimétrica da polpa de frutos verdes e maduros de Cereus jamacaru
500 _a Publicação online; 28 ref.; 2 tables; Summaries (En, Pt)
520 _a Resumo: Dentre as cactáceas nativas do Nordeste, o mandacaru se destaca como alternativa alimentar,principalmente, devido ao seu valor nutritivo. Os frutos do mandacaru apresentam grande potencial para a indústria. Porém, poucos são os estudos encontrados na literatura sobre os frutos desta planta que, apesar de serem encontrados em grandes quantidades entre os meses de fevereiro a setembro, ainda não são explorados comercialmente, ocorrendo seu desperdício.Sendo assim, teve-se como objetivo determinar a composição físico-química e colorimétrica da polpa dos frutos do mandacaru verdes e maduros. Os frutosnos diferentes estágios de maturação fisiológica foram coletados em área de Caatinga no município de Barro estado do Ceará, os mesmos foram embalados, acomodados em caixa térmica e transportados ao Laboratório de Processamento e Armazenamento de Produtos Agrícolas, da Universidade Federal de Campina Grande, Paraíba. No laboratório, foram realizadas as análises de umidade (%), atividade de água (aw), pH, acidez total (%), sólidos solúveis totais (%), relação sólidos solúveis totais e acidez total (SST/AT), cinzas (%), lipídios (%), carboidratos (%), vitamina C (mg/100g de ácido ascórbico) e cor. As polpas dos frutos do mandacaru completamente maduros apresentaram menor teor de acidez, cinzas, lipídios e índicede escurecimento, maior equilíbrio doce-ácido (SST/AT), maiores conteúdos de proteínas e de vitamina C. A composição físico-química da polpa dos frutos do mandacaru é influenciada pelo estágio de maturação fisiológica. As polpas foram consideradas ácidas, com baixo conteúdo mineral, alto teor de umidade e atividade de água. Palavras chave:Cactáceas, Frutas Nativas, Mandacaru
520 _a Abstract: Among the native cacti of the Northeast, mandacaru stands out as an alternative food, mainly due to its nutritive value. The mandacaru fruits have great potential for the industry. However, there are few studies in the literature on the fruits of this plant that, although they are found in large quantities between the months of February and September, are still not commercially exploited, occurring their wastage. Thus, the objective was to determine the physical-chemical and colorimetric composition of the pulp of the mandacaru and mature fruits. The fruits in the different stages of physiological maturation were collected in a Caatinga area in the municipality of Barro, state of Ceara, and were packed in a thermal box and transported to the Laboratory of Processing and Storage of Agricultural Products of Universidade Federal de Campina Grande, Paraiba.In the laboratory, the analysis of moisture (%), water activity (aw), pH, total acidity (%), total soluble solids (%), total soluble solids ratio and total acidity (SST/AT), ashes (%), lipids (%), carbohydrates (%), vitamin C (mg of ascorbic acid/100g sample) and color. The pulp of mature mandacaru fruits had a lowercontent of acidity, ashes, lipids and darkening index, higher sweet-acid balance (SST/AT), higher protein and vitamin C content. Mandacaru fruits are influenced by the stage of physiological maturation. The pulps were considered acidic, with low mineral content, high moisture content and water activity. Keywords:Cacti, Native Fruits, Mandacaru.
650 _aCACTACEAE
650 _aFRUTA NATIVA
650 _aPOLPA
650 _aPROPRIEDADE FÍSICO-QUÍMICA
650 _aANÁLISE ORGANOLÉPTICA
650 _aVALOR NUTRITIVO
650 _aCAATINGA
773 0 _03583
_9349608
_dCruz das Almas-BA Universidade Federal da Bahia - Escola de Agronômia 1983
_o2025-2128
_tMagistra (Brazil)
_x0102-5333
_gv. 30 p. 11-17; (2019)
_wBR2025000426
856 _uhttps://periodicos.ufrb.edu.br/index.php/magistra/article/view/4111/2173
942 _cANA
999 _c330751
_d330751