000 04479nab a2200397 i 4500
003 BR-BrBNA
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040 _aBR-BrBNA
_bpor
072 _aF70
100 _aViana, Pedro Lage
100 _aMota, Nara Furtado de Oliveira
100 _aGil, André dos Santos Bragança
100 _aSalino, Alexandre
100 _aZappi, Daniela Cristina
100 _aHarley, Raymond Mervyn
100 _aIlkiu-Borges, Anna Luiza
100 _aSecco, Ricardo de Souza
100 _aAlmeida, Thaís Elias
100 _aWatanabe, Mauricio Takashi Coutinho
100 _aSantos, João Ubiratan Moreira dos
100 _aTrovó, Marcelo
100 _aMaurity, Clóvis
100 _aGiulietti, Ana Maria
245 _aFlora das cangas da Serra dos Carajás, Pará, Brasil: história, área de estudos e metodologia
500 _aPublicação on-line; Bibliography p. 1121-1124 (86 ref.); 2 tables; 3 illus.; Summaries (En, Pt)
520 _a Resumo No final da década de 1960, pesquisadores do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) iniciaram as coletas botânicas na Serra dos Carajás, resultando em um expressivo acervo e interessantes descobertas sobre a flora local, marcada por endemismos e pressão por atividades mineradoras. Em 2014, foi estabelecido o projeto “Flora das cangas da Serra dos Carajás” através da cooperação entre o MPEG e o Instituto Tecnológico Vale de Desenvolvimento Sustentável (ITVDS), visando especialmente a elaboração da flora das cangas da FLONA Carajás. Um acervo de cerca de quinze mil exsicatas, depositadas principalmente nos herbários MG e BHCB além de HCJS, INPA, IAN, NY e RB constitui a base para o desenvolvimento da flora. Até o momento, a flora inclui 151 famílias de angiospermas, gimnospermas, licófitas e samambaias e briófitas (musgos e hepáticas). Neste trabalho apresentamos um breve histórico dos estudos botânicos na região, caracterização da área de estudo, e procedimentos metodológicos adotados no desenvolvimento do projeto. Também, constitui a introdução para o volume 1 da Flora das cangas de Carajás composto por 55 famílias, sendo quatro de briófitas, duas de licófitas, oito de samambaias, uma de gimnospermas e 40 de angiospermas, incluindo 139 gêneros e 248 espécies. Palavras-chave: Amazônia, campos ferruginosos, campos rupestres, florística, taxonomia. Abstract Back in 1960 researchers from the Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) began to study the Serra dos Carajás, resulting in an important collection, giving interesting insights in the local flora. During the last decades, intensification of expeditions to the FLONA Carajás was driven by the discovery of a high number of endemic species, coupled with mining pressure in the area. The project “Flora das cangas da Serra dos Carajás” was established in 2014 through the collaboration between MPEG and Vale Institute of Technology – Sustainable Development (ITVDS), which aimed to record systematically the knowledge of the flora associated with the cangas of the Serra dos Carajás. Nearly fifteen thousand exsiccatae currently held at several herbaria (MG, BHCB, HCJS, INPA, IAN, NY and RB) served as the base for the compilation of this flora that includes, so far, 151 families including bryophytes, ferns and seed plants. Here we present a short history of the botanical studies carried out in the region, as well as the characterization of the study area and the methodology followed by this project. This introductory chapter heads the first volume of the Flora of the cangas of the Serra de Carajás, presenting the first 55 plant families, four of bryophytes (two of mosses and two liverworts), two of lycophytes, eight of ferns, one gymnosperm and 40 families angiosperms, treating 139 genera and 248 species. Keywords: Amazon, campos rupestres, floristics, ironstone savannas, taxonomy.
650 _aAMAZÔNIA
650 _aCAMPO
650 _aCOMPOSIÇÃO BOTÂNICA
650 _aTAXONOMIA
773 0 _0709
_9349694
_dRio de Janeiro-RJ Jardim Botanico do Rio de Janeiro 1935
_o2025-2214
_tRodriguésia (Brazil)
_x0370-6583; 2175-7860 on-line
_gv. 67(5 special number) p. 1107-1124; (2016)
_wBR2025000254
856 _uhttps://www.scielo.br/j/rod/a/jFbkN5CLMtWHNSLqrJMJpDF/?format=pdf&lang=pt
942 _cANA
999 _c330850
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