000 03528nab a2200289 i 4500
003 BR-BrBNA
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008 250627b2018 bl.qr|pooa||| 00| 0 por |
040 _aBR-BrBNA
_bpor
072 _aF70
100 _aCaglioni, Eder
100 _aUhlmann, Alexandre
100 _aCurcio, Gustavo Ribas
100 _aRamos, Michele Ribeiro
100 _aBonnet, Annete
100 _aJunckes, Anilton Ricardo
245 _aAltitude e solos determinam variações abruptas da vegetação em gradiente altitudinal de Mata Atlântica
500 _aPublicação on-line; Bibliography p. 2065-2068 (76 ref.); 1 table; 6 illus.; Summaries (En, Pt)
520 _a Resumo A variação da vegetação em gradientes altitudinais geralmente é condicionada pelo gradiente térmico. Neste estudo, hipotetizamos que a estrutura da vegetação varie abruptamente como resultado de ambientes muito distintos cuja formação não está relacionada somente com a altitude e o clima. Definimos três áreas no Parque Botânico Morro do Baú, Ilhota, SC. Em cada, alocamos 50 parcelas de 100 m2 (Área 1 - 340 m;Área 2 - 540 m; Área 3 - 810 m s.n.m.). Medimos os espécimes com PAP ≥ 15 cm. Elaboramos diagrama de Venn e comparamos as Áreas por meio de curvas de rarefação. Aplicamos DCA e ordenação por NMDS para identificar o grau de variação na vegetação. Devido à forte distinção das demais, comparamos a Área 3 com outros levantamentos. A estrutura arbórea varia abruptamente entre as Áreas 1/2 e a 3, sendo esta última uma verdadeira floresta altomontana determinada pelos efeitos conjuntos de altitude, clima, solos e geomorfologia. Regionalmente, entretanto, as similaridades não são maiores com outras florestas altomontanas, mas sim com áreas próximas e de altitude aproximada. Palavras-chave: Floresta Ombrófila Densa Altomontana, Morro Testemunho, Vale do Itajaí. Abstract The variation of vegetation in altitudinal gradients is usually conditioned by the thermal gradient. We hypothesized that the vegetation structure varies abruptly as a result of very distinct environments whose formation is not only related to altitude and climate. We selected three areas in the Morro do Baú, in Ilhota municipality, Southern Brazil. In each, we allocated 50 plots of 100 m2 (Area 1 - 340 m a.s.l., Area 2 - 540 m a.s.l. and Area 3 - 810 m a.s.l.). We measured all individuals with DBH ≥ 4,77 cm. We elaborated a Venn diagram and compare areas using rarefaction curves. We applied DCA and NMDS ordination to identify the degree of vegetation variation. Because of its strong distinction, we compared Area 3 with part of the data from IFFSC. The vegetation structure varies abruptly between Areas 1/2 and 3, the latter being a true cloud forest determined by the joint effects of altitude, climate, soils and geomorphology. Regionally, however, the similarities are not greater with other cloud forests, but with areas near and of approximately the same altitude. Key words: cloud forest, Inselberg, Itajaí Valley.
650 _aFLORESTA
650 _aVALE DO ITAJAÍ
650 _aVEGETAÇÃO
773 0 _0709
_9351158
_dRio de Janeiro-RJ Jardim Botanico do Rio de Janeiro 1935
_o2025-3781
_tRodriguésia (Brazil)
_x0370-6583; 2175-7860 on-line
_gv. 69(4) p. 2055-2068; (2018)
_wBR2025003070
856 _uhttps://www.scielo.br/j/rod/a/3XzwTysBbPkK4T5crh3KLsd/?format=pdf&lang=pt
942 _cANA
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