000 04365nab a2200313 4500
003 BR-BrBNA
005 20251001162836.0
008 251001b2023 bl.ar|pooa||| 00| 0 eng |
040 _aBR-BrBNA
_bpor
072 _aE11 ; P40 ; P01V
100 _aFidalgo, Elaine Cristina Cardoso
100 _aMonteiro, Joyce Maria Guimarães
100 _aPrado, Rachel Bardy
100 _aSilva, João dos Santos Vila da
245 _aCarbon balance of land use, land-use change and forestry (lulucf) in the brazilian chaco
500 _aSummaries (En, Pt); 38 ref.; 1 illus.; 1 table
520 _aABSTRACT – In Brazil, the Steppe Savanna and associated vegetation types, typical of the Chaco, are in the Pantanal biome. Land use in this region has caused the suppression of natural vegetation and the emission of greenhouse gases. The knowledge of the phytophysiognomies of the Chaco and its importance for the mitigation and adaptation to climate change can contribute to conservation and protection policies in this region, including specific public policies to support the sustainable use of biodiversity and carbon stock (C). In this work, we present an estimate of the balance between CO2 emissions and removals associated with land use and land cover changes for the Brazilian Chaco, considering the annual average of C loss orgain in living biomass and dead organic matter in three diff erent periods: 1990 to 2000, 2000 to 2010 and 2010 to 2019. The methodology followed the one recommended by the Fourth National Communication of Brazil to the United Nations Framework Convention on Climate Change, with adaptations. The results show that the natural vegetation of the Brazilian Chaco has been replaced by pasture throughout the studied period (1990-2019). The Savanna Formations had the greatest reduction in area in this period. The balance points to a net emission of 0.12, 0.05, and 0.03 MgCO2 ha-1 year-1, respectively, in 1990-2000, 2000-2010, and 2010-2019. CO2 removals predominate especially in the Kadiweu Indigenous Land, and emissions prevail in the Chaco South region. Keywords: Net GHG emissions; Forest; Pantanal.
520 _aRESUMO – No Brasil, a Savana Estépica e formações associadas, típicas do Chaco, encontram-se inseridas no bioma Pantanal. O uso da terra nessa região tem provocado a supressão da vegetação natural e a emissão de gases de efeito estufa. O conhecimento das fitosionomias do Chaco e de sua importância para a mitigação e adaptação às mudanças climáticas pode contribuir para políticas de conservação e proteção dessa região, incluindo políticas públicas específicas que apoiem o uso sustentável da biodiversidade e do estoque de carbono (C). No presente trabalho é apresentada a estimativa do balanço de CO2 devido a mudanças no uso da terra para o Chaco brasileiro, considerando a média anual das emissões e remoções relativas às mudanças dos estoques de C na biomassa viva e matéria orgânica morta, em três diferentes períodos: 1990 a 2000; 2000 a 2010 e 2010 a 2019. A metodologia seguiu a preconizada pelo Quarta Comunicação Nacional do Brasil à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, com adaptações. Os resultados mostram que a vegetação natural do Chaco brasileiro vem sendo substituída por pastagem ao longo do período estudado (1990-2019). A Formação Savânica teve a maior redução em área nesse período. O balanço aponta para emissões líquidas de 0,12, 0,05 e 0,03 MgCO2 ha-1 ano-1, respectivamente, nos períodos 1990-2000, 2000-2010 e 2010-2019. As remoções de CO2 predominam especialmente na Terra Indígena Kadiwéu, e as emissões, no sul da região. Palavras-Chave: Emissões líquidas de gases de efeito estufa; Floresta; Pantanal.
650 _aPANTANAL
650 _aUSO DA TERRA
650 _aMUDANÇA CLIMÁTICA
650 _aGASES EFEITO ESTUFA
650 _aEMISSÃO DE CARBONO
650 _aSUSTENTABILIDADE
773 0 _0812
_9346930
_dViçosa-MG Sociedade de Investigações Florestais - Universidade Federal de Viçosa. Depto. de Engenharia Florestal 1977
_o2024-7728
_tRevista Árvore (Brazil)
_x0100-6762
_gv. 47 p. 1-11; (2023)
_wBR2025003782
856 _uhttps://www.scielo.br/j/rarv/a/F7gsnRnVyVQ3LJXL9cZpCZp/?format=pdf&lang=en
942 _cANA
999 _c338518
_d338518