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003 BR-BrBNA
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040 _aBR-BrBNA
_beng
072 _aQ04
_b0329
072 _b0317
100 _aSantos, Mary de Fátima Guedes dos
100 _aAlves, Ricardo Elesbão
100 _aBrito, Edy Sousa de
100 _aSilva, Silvanda de Melo
100 _aSilveira, Marcia Régia Souza da
245 _aQuality characteristis of fruits and oils of palms native to the brazilian amazon
500 _a Publicação online; 22 ref.; 3 tables; Summaries (En, Pt)
520 _a ABSTRACT – Native palm trees are highly important plant resources for the Amazon region; however, despite the great diversity and utilities, few species have been studied, requiring more comprehensive studies on quality and composition for species not yet explored. The aim of this study was to evaluate the quality of fruits and oils of palm trees from the Brazilian Amazon and to identify potential uses. Fruits from five palm trees (bacaba, buriti, inajá, pupunha, and tucumã) were evaluated for total mass, length, diameter, and yield, soluble solids (SS), titratable acidity (TA), pH, SS/TA ratio, total soluble sugar (TSS), reducing sugar (RS), total pectin (TP) soluble pectin (SP), and starch. The oils from the edible portion of fruits were evaluated for acidity and peroxide indexes, oxidative stability, unsaponifiable matter, polar compounds and fatty acids composition analyzed by gas chromatography. Pupunha showed the highest yield of the edible portion (76.38%) and starch content (24.89%). The mesocarp of palm fruits showed SS values between 7.5 and 14.3 ºBrix, low acidity (0.30%), pH (4.2 to 6.3), higher content of total sugars in tucuma and reducing sugars in bacaba and 0.81% for total pectin. The content of lipids was high, ranging from 17.0% for pupunha to 38.3% for bacaba in dry basis. In buriti, tucuma, and bacaba oils, high content of unsaturated fatty acids was found, with more than 83, 75, and 61%, respectively. Therefore, not only fruits but also oils showed excellent quality and great nutritional potential. Index terms: Oenocarpus bacaba Mart., Mauritia flexuosa L.f, Maximiliana maripa Aubl. Drude, Bactris gasipaes Kunth and Astrocaryum vulgare Mart.
520 _a RESUMO - As palmeiras nativas são recursos vegetais de grande importância na região Amazônica, mas apesar da diversidade e utilidade são pouco estudadas, sendo necessário avaliar a qualidade e a composição de espécies ainda pouco exploradas. O objetivo deste estudo foi avaliar a qualidade de frutos e óleos de palmeiras nativas da Amazônia Brasileira para identificar usos potenciais. Foram avaliados frutos de cinco palmeiras (bacaba, buriti, inajá, pupunha e tucumã), quanto à massa total, comprimento, diâmetro, rendimento, sólidos solúveis, acidez titulável, pH, açúcares totais, açúcares redutores, pectina total, pectina solúvel e amido. Nos óleos da porção comestível dos frutos, foram avaliados o índice de acidez e de peróxidos, a estabilidade oxidativa, a matéria insaponificável e os compostos polares, e a composição de ácidos graxos por cromatografia gasosa. A pupunha destacou-se pelo rendimento da porção comestível (76,38%) e pelo teor de amido (24,89%); os frutos das palmeiras apresentaram SS entre 7,5 e 14,3 oBrix; baixa acidez titulável (média de 0,30%); pH (4,2 a 6,3); maiores teores de açúcares totais no tucumã e açúcares redutores na bacaba; para pectina total 0,81%. O conteúdo de óleo nos frutos foi elevado, variando entre 17,0% na pupunha e 38,3% na bacaba, em base seca. Os óleos de buriti, tucumã e bacaba apresentam elevados conteúdos de ácidos graxos insaturados, com mais de 83; 75 e 61%, respectivamente. Portanto, tanto os frutos, como os óleos estudados apresentaram excelente qualidade, assim como grande potencial alimentício. Termos para Indexação: Oenocarpus bacaba Mart., Mauritia flexuosa L.f, Maximiliana maripa Aubl. Drude, Bactris gasipaes Kunth e Astrocaryum vulgare Mart.
650 _aPALMEIRA OLEAGINOSA
650 _aBACABA
650 _aPUPUNHA
650 _aBURITI
650 _aFRUTO
650 _aCOMPOSIÇÃO QUÍMICA
650 _aVALOR NUTRITIVO
650 _aAMAZÔNIA
773 0 _0805
_9317031
_dJaboticabal-SP Sociedade Brasileira de Fruticultura 1978
_o2024-3593
_tRevista Brasileira de Fruticultura (Brazil)
_x0100-2945
_gv. 39(special number) p. 1-6; (2017)
_wBR2025004260
856 _uhttps://www.scielo.br/j/rbf/a/FTYsVmGLspgmrbCbkQ9GJ4H/?format=pdf&lang=en
942 _cANA
999 _c338701
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