000 04196nab a2200301 i 4500
003 BR-BrBNA
005 20251203121515.0
008 251203b2019 bl.|r|pooa||| 00| 0 eng |
040 _aBR-BrBNA
_beng
072 _aF02
_b0716
100 _aOldon, Chirlene Márcia
100 _aNienow, Alexandre Augusto
100 _aSchons, Jurema
100 _aMayer, Newton Alex
245 _aPeroxidase activity and initial growth of ‘Barbosa’ peach on clonal rootstocks
500 _a Publicação online; 39 ref.; 3 tables; Summaries (En, Pt)
520 _a Abstract - In the peach nursery trees production, the use of rootstocks with unknown genetic identity obtained from peach seeds in the canning industry is frequent. The hypothesis tested was that there are rootstocks that express greater graft compatibility, enabling greater survival and growth, and that peroxidase activity can be used as indication of graft incompatibility. The aim of this study was to evaluate the survival and the peroxidase activity efficiency in identifying graft incompatibility and the trunk diameter growth of ‘Barbosa’ peach grafted onto 18 Prunus clonal rootstocks, propagated by herbaceous cuttings, compared to own-rooted scion trees. The experimental design was three randomized blocks, with one tree per plot. The first three vegetative cycles of trees conducted in double Y (5.0m x 2.0m) without irrigation were evaluated. The highest trunk diameter growth was provided by ‘Okinawa’, ‘Tsukuba-1’, ‘Tsukuba-2’, Mexico F1 and ‘Flordaguard’ rootstocks, without differing from own-rooted ‘Barbosa’ peach. Peroxidase activity differs by rootstock effect at the beginning of the dormancy period, and is higher than in vegetative growth, especially in interspecific graft combinations. Peroxidase activity is a biochemical indicator of stress, but should not be used alone and generalized to characterize graft incompatibility. Index terms: Prunus persica (L.) Batsch., graft, graft compatibility
520 _a Resumo – Na produção de mudas de pessegueiro é frequente o uso de porta-enxertos de identidade genética desconhecida, obtidos a partir de caroços nas indústrias de conservas. A hipótese testada foi de que existem porta-enxertos que expressam maior compatibilidade, possibilitando maior sobrevivência e melhor crescimento, e que a atividade da peroxidase pode ser empregada como indicativo de incompatibilidade. O objetivo do trabalho foi avaliar a sobrevivência, a eficiência da atividade da peroxidase em identificar incompatibilidades e o crescimento do diâmetro do tronco do pessegueiro ‘Barbosa’ enxertado sobre 18 porta-enxertos clonais do gênero Prunus, propagados por estaquia herbácea, comparados com a copa autoenraizada. O delineamento foi em três blocos casualizados, com uma planta por parcela. Foram avaliados os três primeiros ciclos vegetativos de plantas conduzidas em “Y duplo” (5,0m x 2,0m), sem irrigação. O maior crescimento em diâmetro de tronco foi proporcionado pelos porta-enxertos ‘Okinawa’, ‘Tsukuba-1’, ‘Tsukuba-2’, México F1 e ‘Flordaguard’, sem diferir de ‘Barbosa’ autoenraizado. A atividade da peroxidase difere por efeito dos porta-enxertos no início do período de dormência, e é mais elevada que no crescimento vegetativo, principalmente em combinações interespecíficas de enxertia. A atividade da peroxidase é um indicador bioquímico de estresse, mas não deve ser utilizada sozinha e generalizada para a caracterização da incompatibilidade de enxertia. Termos para indexação: Prunus persica (L.) Batsch., enxertia, compatibilidade de enxertia.
650 _aPÊSSEGO
650 _aMUDA
650 _aPORTA-ENXERTO
650 _aPEROXIDASE
650 _aPROPAGAÇÃO VEGETATIVA
773 0 _0805
_9317043
_dJaboticabal-SP Sociedade Brasileira de Fruticultura 1978
_o2024-3605
_tRevista Brasileira de Fruticultura (Brazil)
_x0100-2945
_gv. 41(6) p. 1-10; (2019)
_wBR2025005161
856 _uhttps://www.scielo.br/j/rbf/a/7mCG9WqZDwK66HVvfpHSLqk/?format=pdf&lang=en
942 _cANA
999 _c339325
_d339325