000 03492nab a2200265 i 4500
003 BR-BrBNA
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008 251216b2024 bl.ar|pooa||| 00| 0 eng |
040 _aBR-BrBNA
_beng
072 _aF70
_b3359
100 _aImig, Daniela Cristina
100 _aBrito, Antonio Luiz Vieira Toscano de
100 _aSmidt, Eric de Camargo
245 _aThe genus Dryadella (Orchidaceae, Pleurothallidinae) in Brazil
500 _aPublicação on-line; Bibliography p. 41-43 (66 ref.); 17 ref.; Summaries (En, Pt)
520 _a Abstract The present work is a taxonomic revision of the Dryadella species of Brazil. Dryadella comprises 61 species, distributed in humid or seasonally humid forests, from Mexico to southern Brazil, most in the Atlantic Rainforest and the Andean forests. We provide morphological descriptions, taxonomic discussions, illustrations, an identification key, new synonyms, new occurrences and distribution maps for all taxa. Fourteen species are recognised for Brazil, of these D. zebrina recorded also for Bolivia and Peru, D. aviceps in Paraguay, D. lilliputiana in Bolivia, D. gnoma in Ecuador, Peru, Colombia, Panama, and Costa Rica and recorded for the first time in Brazil. The others are endemic to the country and, with the exception of D. gnoma, which occurs in the Amazon and D. ana-paulae, which occurs in the Cerrado, the other species are restricted to the Atlantic Rainforest. We propose the synonymisation of D. osmariniana and D. cardosoi in D. gnoma, D. espirito-santensis, D. gomes-ferreirae and D. litoralis in D. aviceps, D. vasquezii in D. anapaulae and D. xaveriana in D. toscanoi. Nine lectotypes are designed. Key words: endemism, monocots, nomenclature, South America, taxonomy. Resumo O presente trabalho é uma revisão taxonômica das espécies Dryadella do Brasil. Dryadella compreende 61 espécies, distribuídas em florestas úmidas ou sazonalmente úmidas, do México ao sul do Brasil, a maioria na Floresta Atlântica e nas florestas andinas. Fornecemos descrições morfológicas, discussões taxonômicas, ilustrações, chave de identificação, novos sinônimos, novas ocorrências e mapas de distribuição de todos os táxons. Quatorze espécies são reconhecidas para o Brasil, destas D. zebrina é registrada também para Bolívia e Peru, D. aviceps no Paraguai, D. lilliputiana na Bolívia, D. gnoma Equador, Peru, Colômbia, Panamá e Costa Rica e registrada pela primeira vez para o Brasil. As demais são endêmicas do país e com exceção D. gnoma, que ocorre na Amazônia e D. ana-paulae, que ocorre no Cerrado, as demais espécies são restritas à Mata Atlântica. Nós propomos a sinonimização de D. osmariniana, D. cardosoi em D. gnoma, D. espiritosantensis, D. gomes-ferreirae e D. litoralis em D. aviceps, D. vasquezii em D. ana-paulae e D. xaveriana em D. toscanoi. Nove lectótipos são designados. Palavras-chave: endemismo, monocotiledôneas, nomenclatura, América do Sul, taxonomia.
650 _aMONOCOTILEDÔNEA
650 _aNOMENCLATURA
650 _aTAXONOMIA
650 _aAMÉRICA DO SUL
773 0 _0709
_9359346
_dRio de Janeiro-RJ Jardim Botanico do Rio de Janeiro 1935
_o2025-7320
_tRodriguésia (Brazil)
_x0370-6583; 2175-7860 on-line
_gv. 75 p. 1-43; (2024)
_wBR2025004464
856 _uhttps://www.scielo.br/j/rod/a/xzwL7bpkwWTscFCc8RyVYCP/?format=pdf&lang=en
942 _cANA
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