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003 BR-BrBNA
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040 _aBR-BrBNA
_beng
072 _aF50
072 _aK10
100 _aCallado, Cátia Henriques
100 _aSantos, Gabriel Uriel Cruz Araújo dos
100 _aBarros, Claudia Franca
100 _aScarano, Fabio Rubio
100 _aCosta, Cecilia Gonçalves
245 _aGelatinous fibretracheids as an escape mechanism for the physiological drought phenomenon
500 _aPublicação on-line; Bibliography p. 7-10 (69 ref.); 2 tables; 1 illus.; Summaries (En, Pt)
520 _a Abstract Alchornea sidifolia is a tree species used in the regeneration of degraded forest environments and which grows in both non-flooded and flooded soils. We compared the wood anatomy of trees growing under both conditions in Atlantic Forest remnants in the state of Rio de Janeiro, Brazil, to understand intraspecific aspects of the adaptation of tropical woody species to these conditions. Trees from permanently flooded soils showed wider, shorter, and less frequent vessel elements; wider fibretracheids, with a greater proportion of the gelatinous type; and a lower frequency of radial parenchyma, but with longer strands of axial parenchyma. These results indicate that A. sidifolia trees growing in permanently flooded sites do not show water deficit and that the species is capable of maximizing water use in this growth condition. This conclusion may be directly related to the greater proportion of gelatinous fibretracheids in flooded trees and is contrary to what was expected for wood anatomy of trees under physiological drought. Key words: intraspecific variation, ecological wood anatomy, hydraulic architecture, wetland, Reserva Biológica de Poço das Antas. Resumo Alchornea sidifolia é uma espécie arbórea utilizada na regeneração de ambientes florestais degradados e que cresce tanto em solos não alagados quanto alagados. Nós comparamos a anatomia da madeira de árvores crescendo sob ambas as condições em remanescentes de Mata Atlântica no estado do Rio de Janeiro, Brasil, para entender aspectos intraespecíficos da adaptação de espécies lenhosas tropicais a essas condições. As árvores que se desenvolvem em solos permanentemente inundados apresentaram elementos de vasos mais largos, curtos e menos frequentes; fibrotraqueídes mais largas, com maior proporção do tipo gelatinoso; e menor frequência de parênquima radial, mas com séries de parênquima axial mais longas. Esses resultados indicam que as árvores de A. sidifolia crescendo em solo permanentemente inundado não apresentam déficit hídrico e que a espécie é capaz de maximizar o uso da água nesta condição de crescimento. Essa conclusão pode estar diretamente relacionada à maior proporção de fibrotraqueídes gelatinosos em árvores de ambientes alagados e contraria o que se esperava para a anatomia do lenho de árvores sob seca fisiológica. Palavras-chave: variação intraespecífica, anatomia ecológica da madeira, arquitetura hidráulica, zonas úmidas, Reserva Biológica de Poço das Antas.
650 _aANATOMIA VEGETAL
650 _aMADEIRA
650 _aRESERVA BIOLÓGICA DE POÇO DE ANTAS
773 0 _0709
_9359346
_dRio de Janeiro-RJ Jardim Botanico do Rio de Janeiro 1935
_o2025-7320
_tRodriguésia (Brazil)
_x0370-6583; 2175-7860 on-line
_gv. 75 p. 1-10; (2024)
_wBR2025007452
856 _uhttps://www.scielo.br/j/rod/a/ymBCZdHXN96Xx9PyFYqPyLq/?format=pdf&lang=en
942 _cANA
999 _c339963
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