000 03685nab a2200277 i 4500
003 BR-BrBNA
005 20260204174227.0
008 260204b2025 bl.ar|pooa||| 00| 0 eng |
040 _aBR-BrBNA
_beng
072 _aF70
100 _aFernandes, Thiago
100 _aLucas, Eve J.
100 _aVasconcelos, Thais Nogales
100 _aBraga, João Marcelo Alvarenga
245 _aExtended description and taxonomic notes on two recently rediscovered Myrcia (Myrtaceae) in the Brazilian Atlantic Forest
500 _aPublicação on-line; 28 ref.; 1 table; 5 illus.; Summaries (En, Pt)
520 _a Abstract In this paper, we present comprehensive data on two endemic and threatened species of Myrcia (Myrtaceae) from the Brazilian Atlantic Forest. Both belong to Myrcia sect. Aulomyrcia and were previously known only from a few collections made in the state of Rio de Janeiro. Apart from the type specimens and our recent collections, each species has been recollected on only three occasions. Considering the last collections of each species, Myrcia colpodes was rediscovered by our team after a collection gap of 64 years, while M. rubiginosa was found after 16 years. Myrcia colpodes can be recognized by vinaceous, exfoliating bark on the trunk, strongly bullate leaves and relatively long, glabrous panicles. Myrcia rubiginosa is characterized by fissured, greyish-brown bark on the trunk, conspicuous brownish and tomentose indumentum on young leaves and inflorescences, and pendular panicles with relatively small flowers. Data provided here include updated morphological descriptions for the taxa, along with notes on their morphological affinities and geographic distribution. Their fruits are here described and illustrated for the first time. Key words: • Aulomyrcia • Endangered species • Neotropics • Rare species • Rio de Janeiro Resumen Neste artigo, apresentamos dados taxonômicos abrangentes para duas espécies endêmicas e ameaçadas de Myrcia (Myrtaceae) da Mata Atlântica brasileira. Ambas pertencem a Myrcia sect. Aulomyrcia e eram previamente conhecidas apenas por poucas coletas feitas no estado do Rio de Janeiro. Além dos espécimes-tipo e nossas coletas recentes, cada espécie foi coletada apenas em três ocasiões. Considerando a última coleta de cada espécie, Myrcia colpodes foi redescoberta por nossa equipe após um intervalo de 64 anos, enquanto M. rubiginosa foi encontrada após 16 anos. Myrcia colpodes pode ser reconhecida pelo tronco com casca vinácea e esfoliante, folhas fortemente buladas e panículas relativamente longas e glabras. Myrcia rubiginosa se caracteriza pelo tronco com casca fissurada e marrom-acinzentada, indumento marrom conspícuo e tomentoso nas folhas jovens e inflorescências, e panículas pendulares com flores relativamente pequenas. Os dados fornecidos aqui incluem descrições morfológicas atualizadas para os táxons, juntamente com notas sobre suas afinidades morfológicas e distribuição geográfica. Seus frutos são aqui descritos pela primeira vez. Palavras-chave: • Aulomyrcia • Espécies ameaçadas • Neotrópico • Espécies raras • Rio de Janeiro
650 _aESPÉCIE AMEAÇADA
650 _aRIO DE JANEIRO
650 _aTAXONOMIA
650 _aMYRTACEAE
773 0 _0709
_9360062
_dRio de Janeiro-RJ Jardim Botanico do Rio de Janeiro 1935
_o2026-0452
_tRodriguésia (Brazil)
_x0370-6583; 2175-7860 on-line
_gv. 76 p. 1-12; (2025)
_wBR2025007484
856 _uhttps://www.scielo.br/j/rod/a/3RrCN3NVLh9Sv3h4k53F68g/?format=pdf&lang=en
942 _cANA
999 _c340003
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