| 000 | 02407nam a2200229 a 4500 | ||
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| 001 | BS0001406 | ||
| 003 | BR-BrBNA | ||
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| 008 | 230308b |||||||| |||| 00| 0 por d | ||
| 040 |
_aBR-BrBNA _bpor _cBiblioteca Nacional de Agricultura |
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| 041 | _apor | ||
| 072 | _aS82 | ||
| 090 | _aS82 BS0001406 | ||
| 100 | 1 | _aWoolf, Virginia. | |
| 245 | 1 | _aRumo ao farol / | |
| 260 | 3 |
_aSão Paulo, SP: _bFolha de São Paulo, _c2003. |
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| 300 | _a223 p. | ||
| 520 | 3 | _aA literatura produziu clássicos absolutos falando de viagens. O retorno de Ulisses a sua casa, na Odisséia; o périplo de Dante, na Divina Comédia; as andanças do cavaleiro Dom Quixote. E um simples passeio de barco, a uma ilha vizinha, pode render um clássico? Na mão de Virginia Woolf, sim. O enredo põe em ação um grupo familiar, os Ramsay, e alguns amigos, numa casa de praia da Grã-Bretanha, em dois momentos distintos. O primeiro ocorre quando a Sra. Ramsay, mãe de oito vigorosos filhos, está no esplendor de sua beleza, discreta e luminosa; ela e seu marido, um intelectual de méritos, recebem na casa um aluno dele, um velho poeta, um botânico, uma pintora. Vivem-se os momentos anteriores à I Guerra (1914); todos ali são refinados, delicados, de intensa vida intelectual. E a Sra. Ramsay percebe que aquele é um momento único de felicidade. Mas as coisas mudam, porque o tempo passa. Numa breve segunda parte, o romance relata nada mais que a ausência: a harmoniosa família que ocupava a casa de veraneio não tem vindo, nos anos da Guerra. Chega-se à última parte, quando os remanescentes da família e dos amigos voltam à casa, já um tanto deteriorada. Desta vez, passada a Guerra, vai-se realizar o passeio de barco até a ilha do farol, passeio prometido desde anos antes, quando todos ainda estavam presentes e o futuro parecia uma certeza. Rumo ao Farol é um romance de narração delicada e tempo espesso. Tudo acontece mais na interioridade dos personagens do que em suas ações, e tudo chama para os detalhes da sensibilidade individual. Mas nessas pequenas percepções se lê muito mais que a crônica do amadurecimento, da desilusão com a vida, do fim da infância, porque tudo se integra e se dissolve no andamento maior da História, que costuma ser grandiosa na decadência dos impérios. | |
| 650 | _aLITERATURA INGLESA | ||
| 650 | _aROMANCE | ||
| 942 |
_cBK _2AGRIS |
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| 999 |
_c6463 _d6463 |
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