| 000 | 01581nam a2200241 a 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | BS0001592 | ||
| 003 | BR-BrBNA | ||
| 005 | 20230929113719.0 | ||
| 008 | 230308b |||||||| |||| 00| 0 por d | ||
| 040 |
_aBR-BrBNA _bpor _cBiblioteca Nacional de Agricultura |
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| 041 | _apor | ||
| 072 | _aS86 | ||
| 090 |
_aS86 _bBS0001592 |
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| 100 | 1 | _aRosa, João.Guimarães. | |
| 245 | 1 | _aGrande sertão: veredas / | |
| 250 | 1 | _a20. ed. | |
| 260 | 3 |
_aRio de Janeiro, RJ: _bNova Fronteira, _c1986. |
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| 300 | _a568 p. | ||
| 520 | 3 | _aNa obra de Guimarães Rosa, ao contrário da maioria de nossos escritores regionalistas, o sertão é visto e vivido de uma maneira subjetiva, profunda, e não apenas como uma paisagem a ser descrita; ou como uma série de costumes que parecem pitorescos. Sua visão resulta de um processo de integração total entre o autor e a temática. Dessa integração a linguagem é o reflexo principal Para contar o sertão, Guimarães Rosa utiliza-se do idioma do próprio sertão, falado por Riobaldo em sua extensa narrativa. Mas como acontece com toda literatura regional que ultrapassa a simples descrição para situar-se no plano da arte, ela adquire dimensões universais pelo vigor e beleza do texto. Nada mais natural: sendo o homem o tema de toda grande literatura, são os elementos básicos da condição humana que, em última análise, encontramos em Grande sertão: veredas, no que ela tem de mais fundamental: o amor, a morte, o sofrimento, o ódio, a alegria. | |
| 650 | _aLITERATURA BRASILEIRA | ||
| 650 | _aREGIONALISMO | ||
| 942 |
_cBK _2AGRIS |
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| 999 |
_c6652 _d6652 |
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