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040 _aBR-BrBNA
_bpor
_cBiblioteca Nacional de Agricultura
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072 _aB20
090 _aB20 BS0001776
100 1 _aSchopenhauer, Arthur
245 1 _aO mundo como vontade e representação /
250 1 _a1. ed.
260 3 _aRio de Janeiro, RJ:
_bContraponto,
_c2001..
300 _a431 p.
500 _aTítulo original: Die Welt als Wille und Vorstellung. Tradução de M.F. Sá Correia.
520 3 _a"O Mundo é a minha representação. ? Esta proposição é uma verdade para todo ser vivo pensante, embora só no homem chegue a transformar-se em conhecimento abstrato e refletido. A partir do momento em que é capaz de o levar a este estado, pode dizer-se que nasceu nele o espírito filosófico. Possui então a inteira certeza de não conhecer nem um sol nem uma terra, mas apenas olhos que vêem este sol, mãos que tocam essa terra; em uma palavra, ele sabe que o mudo que o cerca existe apenas como representação, na sua relação com um ser que percebe. que é o próprio homem. [...]Nenhuma verdade é portanto mais certa, mais absoluta, mais evidente do que esta: tudo o que existe, existe para o pensamento, isto é, o universo inteiro. Apenas é objeto em relação a um sujeito, percepção apenas; em relação a um espírito que percebe Em urna palavra, é pura representação. Esta lei aplica-se naturalmente a todo o presente, a todo o passado, e a todo o futuro, àquilo que está longe, tal como àquilo que está perto de nós, visto que ela é verdadeira para o próprio tempo e o próprio espaço, graças aos quais as representações particulares se distinguem umas das outras. Tudo o que o mundo encerra ou pode encerrar está nesta dependência necessária perante o sujeito, e apenas existe para o sujeito. O mundo é portanto representação."
650 _aFILOSOFIA
909 _a202304
_bSergio Santos
_c56
_dSergio Santos
942 _cBK
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